<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358</id><updated>2011-07-30T20:03:06.427-03:00</updated><title type='text'>Blog do Ricardo</title><subtitle type='html'>Blog destinado para publicações referentes às disciplinas de Interface Homem-Máquina (IHM), Sistemas de Informações II (SIN-II) e Hipermídia e Multimídia (MHI), disciplinas do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação da Associação Catarinense de Ensino - ACE.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>32</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-5736172491666299111</id><published>2009-06-22T21:31:00.002-03:00</published><updated>2009-06-24T15:44:14.310-03:00</updated><title type='text'>[MHI] - TECNOLOGIA APLICADA A IMAGENS</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Tecnologia por Trás das Câmeras Digitais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A tecnologia revolucionou o conceito de capturar imagens vivas. O conceito mais antigo de produzir fotografia permanente foi baseado em química pura. Em 1830, Louis Daguerre, planejou a primeira maneira prática de produzir fotografias permanentes. Hoje nós estamos falando sobre a imagem da foto computadorizada sem o uso de filmes e tirado por um dispositivo que é eletronicamente inteligente e também na aparência, que é a câmera digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma câmara digital filma vídeos, tira fotos, ou ambos digitalmente. Ela grava as imagens em um sensor sensível à luz. Em vez de usar um filme, um arranjo de semicondutores sensíveis, carregam acoplados ao dispositivo da luz que armazena cargas elétricas que faz o trabalho. Estes sensores digitais compostos de pixels transformam a luz do cenário junto com um sinal analógico que é convertido em uma versão digital. Um sistema de filtro eletrônico regula a cor e outros componentes da foto. Outro sistema reduz a foto. A imagem é finalmente enviada temporariamente para uma área de armazenamento e finalmente vai para o cartão de memória. Muitas câmeras digitais compactas podem gravar som, vídeo e fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As imagens são transferidas para um computador onde elas podem ser modificadas, impressas, enviadas junto com e-mails, inseridas em páginas da web, etc. A vantagem mais importante da câmera digital é a sua capacidade de memória e a sua habilidade de selecionar as imagens capturadas em um minúsculo monitor de vídeo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia da câmera digital relaciona-se à mesma tecnologia do gravador de vídeo tape. O primeiro VTR em 1951 capturou imagens da televisão convertendo a informação em impulsos elétricos e subsequentemente conservando-os na banda magnética. Foi em 1960 quando a NASA fez uma grande descoberta convertendo sinais analógicos para digitais por meio do espaço para traçar a superfície da lua. A imagem digital também teve outros usos em satélites espiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas da Kodak inventaram o primeiro sensor mega pixel capaz de gravar 1.4 milhões de pixels. Em 1991, a Kodak lançou o primeiro sistema de câmera digital - a câmera Nikon F-3 equipada com 1.3 megapixels, direcionada para os jornalistas. As primeiras câmeras digitais para os consumidores que trabalhavam com um PC via cabo serial foram: Apple Quick Take 100 camera (1994), a Kodak DC40 camera (1995), a Casio QV-11 com o monitor LCD (1995) e a Sony`s Cyber Shot Digital Still Câmera (1996).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais características de uma câmera digital podem ser resumidas a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Resolução: &lt;/span&gt;A resolução significa a clareza de um retrato. Quanto maior for o número de pixels, mais alta será a resolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Memória:&lt;/span&gt; As fotos são armazenadas como um arquivo de dados em uma câmera digital. O tamanho da memória determina o número de fotos que podem ser tiradas, armazenadas e transferidas para o computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tipos de flash:&lt;/span&gt; A maioria das câmeras digitais têm o flash interno em uma escala ao redor de 10 a 16 pés que é necessário para fornecer luz suficiente para tirar fotos com pouca luminosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Zoom ótico:&lt;/span&gt; Normalmente dois tipos de lentes zoom são usadas, a digital e a ótica. As lentes zoom óticas servem mais para adicionar detalhes e claridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Compressão:&lt;/span&gt; Este processo ajuda a reduzir o tamanho do arquivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Lente:&lt;/span&gt; O comprimento de uma lente determina o tamanho da cena que caberá em uma foto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tela LCD:&lt;/span&gt; Uma característica interessante de uma câmera digital é a tela LCD que permite que a pessoa veja a foto antes e depois de capturá-la, e decidir se deve apagar ou conservar a foto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mercado existem várias marcas de câmeras digitais que vedem com sucesso e a melhoria contínua na tecnologia faz com que cada vez mais, novas características sejam adicionadas nas câmeras digitais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; [ http://www.webartigos.com/articles/4323/1/a-tecnologia-por-tras-das-cameras-digitais/pagina1.html ]&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-5736172491666299111?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/5736172491666299111/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=5736172491666299111' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/5736172491666299111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/5736172491666299111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2009/06/mhi-tecnologia-aplicada-imagens.html' title='[MHI] - TECNOLOGIA APLICADA A IMAGENS'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-5111120650373170929</id><published>2009-03-03T15:39:00.003-03:00</published><updated>2009-03-03T16:18:37.690-03:00</updated><title type='text'>[MHI] Aplicativos fechados, linguagens de programação e ferramentas de autoria</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Aplicativos fechados, linguagens de programação e ferramentas de autoria são ferramentas para desenvolvimento de multimídia. Faça uma pesquisa na internet sobre essas ferramentas e enriqueça o seu blog postando sobre a importância e exemplos de ferramentas encontradas. Pode pesquisar em livros também.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Publicar até 8/03.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Prof. Douglas &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;----------------------------&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aplicativos fechados&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os profissionais das áreas de aplicação de tecnologia multimídia, as ferramentas que requerem menor curva de aprendizado (isto é, são de aprendizado mais fácil) são os aplicativos fechados. Tipicamente, são usados para a criação de material, como os editores de som, de música, de imagens e de animações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses programas normalmente apresentam interfaces gráficas fáceis de usar, através das quais o usuário trabalha por meio de manipulação direta de representações gráficas dos elementos da aplicação, auxiliado por recursos como caixas de diálogo e mensagens de ajuda. Embora algumas ferramentas sejam operáveis exclusivamente através de interfaces gráficas, a tendência das ferramentas profissionais é dispor de algum tipo de linguagem de programação. Esta linguagem pode ser específica da ferramenta, ou deriva de alguma linguagem de programação usual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Linguagens de programação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O máximo de flexibilidade na criação de aplicações é conseguido através de programas escritos em linguagens de programação, em que os elementos da aplicação são construídos e modificados através de programas especialmente escritos para cada produto.&lt;br /&gt;Mas para que isto se realize é exigido do profissional uma formação aprofundada em&lt;br /&gt;programação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as linguagens de programação mais usadas estão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Linguagens simplificadas como Pascal e Basic.&lt;br /&gt;- A linguagem C, que permite usar um estilo estruturado de programação, tal como Pascal, ao mesmo tempo que facilita o uso de recursos de hardware, para aumentar o desempenho dos programas.&lt;br /&gt;- A linguagem C++, que é basicamente um superconjunto de C, acrescentando recursos apropriados para a programação orientada para objetos.&lt;br /&gt;- A linguagem Java, que é baseada em elementos da linguagem C++ e orientada para permitir a construção de aplicativos portáveis, que possam ser usados em ambientes distribuídos heterogêneos (com plataformas de múltiplos tipos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ferramentas de autoria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção profissional de multimídia não se presta à utilização de ferramentas puramente visuais. Por outro lado, o aprendizado de ambientes baseados em linguagens algorítmicas é longo e difícil, só sendo justificável no caso de desenvolvimento de aplicativos complexos, com requisitos pesados de desempenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma solução intermediária é fornecida pelas ferramentas de autoria, nas quais parte da interface de usuário pode ser gerada por manipulação direta. Uma linguagem de programação pode ser usada para programar as ações correspondentes às solicitações do usuário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ferramentas de autoria geralmente partem de uma metáfora básica: o título de produção é encarado como um conjunto de slides, um documento, um livro, ou algum outro modelo conceitual familiar para a maioria das pessoas.&lt;br /&gt;A distinção entre ferramentas de autoria e ambientes de programação não é absoluta.&lt;br /&gt;Para cada faixa de produtos existe uma gama de ferramentas mais adequadas. A escolha correta da ferramenta de autoria é um fator fundamental para o sucesso de um projeto de multimídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Autoria de títulos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Autoria de títulos lineares&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ferramentas para a autoria de títulos lineares permitem, geralmente, apresentações com avanços manuais, como as usadas em palestras, ou avanços automáticos, como nas demonstrações em feiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ferramentas mais recentes suportam a tecnologia OLE, que permite a inclusão nas apresentações de objetos criados por grande número de aplicativos. Isso inclui não só objetos de imagem, som e animação, como objetos de estrutura complexa, tais como texto com formato, planilhas ou diagramas de controle de projetos. Os objetos OLE podem ser editados in loco, através da invocação da ferramenta que originalmente os criou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São exemplos de ferramentas para autoria de títulos lineares:&lt;br /&gt;- PowerPoint, da Microsoft, orientado para slides;&lt;br /&gt;- Acrobat Exchange, da Adobe, orientado para documentação on- line.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Autoria de títulos hipermídia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ferramentas para a autoria de títulos hipermídia adicionam aos recursos da integração de material em multimídia os recursos de navegação não- linear característicos do hipertexto.&lt;br /&gt;Recursos de hipertexto incluem a capacidade de especificar controles de navegação, através dos quais os usuários podem percorrer o título de forma não-seqüencial. Os controles de navegação podem tomar a forma de botões, palavras sensíveis (hot words) ou pontos sensíveis (hot spots) em imagens. O resultado de um controle de navegação pode ser um salto para outro página, usado quando se quer percorrer o título seguindo determinados assuntos, e não a ordem das páginas; ou pode ser o surgimento de uma janela temporário (pop-up Window), recurso muito usado para definições de termos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma ferramenta de autoria para hipermídia, devem ser considerados os seguintes aspectos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estilo de autoria: a linguagem de autoria pode ser visual, quando o programador cria o título através do desenho de telas, e textual, quando o programador escreve comandos textuais para definir controles de formatação e navegação.&lt;br /&gt;- Modos de operação: as ferramentas de autoria normalmente dispõem de um modo de autoria, usado pelos autores, que dá acesso a todos os recursos de edição, e um modo de consulta, usado pelos usuários finais, que permite apenas a leitura do material. É desejável que o modo de consulta possa ser suportado por uma versão reduzida da ferramenta, que possa ser legalmente distribuída aos usuários junto com o título.&lt;br /&gt;- Capacidades de intercâmbio de dados: é desejável que a ferramenta disponha de capacidade de importação de todos os padrões mais comuns de texto, hipertexto, imagens, desenhos, som e animação. Com isso, é possível utilizar, no título, material produzido por ferramentas especializadas de criação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um formato muito difundido de hipermídia é o formato HLP, utilizado no material de ajuda on-line do Windows. A autoria nesse formato é geralmente baseada na importação de texto rico em formato RTF (rich text format), exportado por diversas ferramentas de processamento de texto do Windows.&lt;br /&gt;Entretanto, o sucesso da WWW como rede mundial de hipermídia transformou a linguagem HTML em linguagem padrão de hipertexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Padrões para hipermídia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como o formato HTML permite que os autores escolham entre grande variedade de ferramentas, seria desejável que existissem formatos padronizados para hipermídia genérica. Ainda não existe um formato padronizado de grande difusão, mas várias tentativas de padronização estão em curso:&lt;br /&gt;- o formato MHEG, padrão desenvolvido pela ISO (International Standards Organization),&lt;br /&gt;para intercâmbio de informação em formato de hipermídia, em redes e sistemas distribuídos de arquitetura heterogênea;&lt;br /&gt;- o formato AAF, que está sendo desenvolvido pela Microsoft como formato comum para autoria de multimídia;&lt;br /&gt;- o formato SMIL, definido pelo W3C, consórcio padronizador da Internet, linguagem de marcação apropriada para transmissão de conteúdo multimídia em fluxo contínuo, suportada pelo Real Player.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Autoria de aplicativos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Autoria de aplicativos com interface multimídia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ferramentas para autoria de aplicativos com interface multimídia se distinguem pelas seguintes características:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- construção visual da interface de usuário, criando-se os controles de usuário através de ferramentas de desenho e formulários;&lt;br /&gt;- mecanismos para inclusão de material multimídia na interface;&lt;br /&gt;- possibilidade de programação textual em uma linguagem de programação simples, que permita a criação de procedimentos de resposta às ações do usuário sobre a interface;&lt;br /&gt;- mecanismo de tempo de execução distribuído com o aplicativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-5111120650373170929?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/5111120650373170929/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=5111120650373170929' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/5111120650373170929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/5111120650373170929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2009/03/mhi-aplicativos-fechados-linguagens-de.html' title='[MHI] Aplicativos fechados, linguagens de programação e ferramentas de autoria'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-5071337284133801404</id><published>2009-02-16T19:11:00.001-03:00</published><updated>2009-02-18T14:58:34.928-03:00</updated><title type='text'>[MHI] DVD</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DVD (abreviação de Digital Video Disc ou Digital Versatile Disc, em português, Disco Digital de Vídeo ou Disco Digital Versátil). Contém informações digitais, tendo uma maior capacidade de armazenamento que o CD, devido a uma tecnologia óptica superior, além de padrões melhorados de compressão de dados. O DVD foi criado no ano de 1995.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;TIPOS EXISTENTES&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DVDs graváveis permitem somente uma gravação, não sendo possível excluir nada depois, acrescentar dados é possível se o disco não for finalizado (Disk At Once), enquanto que os DVDs regraváveis permitem apagar e regravar dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DVDs Graváveis&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DVD-R:&lt;/span&gt; somente permite uma gravação e pode ser lido pela maioria de leitores de DVDs;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; DVD+R&lt;/span&gt;: somente permite uma gravação, pode ser lido pela maioria de leitores de DVDs e é lido mais rapidamente para backup;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DVD+R DL (dual-layer):&lt;/span&gt; semelhante ao DVD+R, mas que permite a gravação em dupla camada, aumentando a sua capacidade de armazenamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Diferença entre DVD+R e DVD-R&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DVD+R e DVD-R possuem a mesma função e a mesma capacidade. Na prática, a diferença da mídia DVD-R para a DVD+R é o desempenho: discos DVD+R são lidos mais rapidamente do que discos DVD-R. Esta diferença só é sentida se você usar o disco DVD para gravar arquivos de dados, isto é, usar como uma mídia de backup. Já que para assistir filmes, o desempenho é o mesmo. DVD+R só pode ser lido e gravado em gravadores DVD+R, e DVD-R só em gravadores DVD-R. Existem no mercado gravadores que conseguem gravar os dois tipos de mídia, chamados gravadores DVD±R ou dvd multi-recorder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DVDs Regraváveis&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; DVD-RW:&lt;/span&gt; permite gravar e apagar cerca de mil vezes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DVD+RW:&lt;/span&gt; é uma evolução do DVD-RW. Também permite gravar e apagar cerca de mil vezes, mas possui importantes aperfeiçoamentos, em especial uma compatibilidade muito maior com os DVD Players, a possibilidade de editar o conteúdo do DVD sem ter de apagar todo o conteúdo que já estava gravado e um sistema de controle de erros de gravação. Todos os formatos de DVD com o símbolo + (mais) são apoiados pela Dell, Hewlett-Packard, Mitsubishi/Verbatim, Philips, Ricoh, Sony, Thomson e Yamaha, através da DVD+RW Alliance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DVD+RW DL:&lt;/span&gt; possui duas camadas de gravação, o que dobra a sua capacidade de armazenamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DVD-RAM&lt;/span&gt;: permite gravar e apagar mais de cem mil vezes. A gravação e a leitura são feitos em uma série de círculos concêntricos, um formato que se aproxima mais do que ocorre nos discos rígidos (em todos os demais tipos de DVD, e também de CD, a gravação é feita em uma única linha contínua, uma espiral que parte do centro e termina na borda externa). Daí decorre o nome "gravação aleatória" (nos demais DVDs, ela seria contínua). Permite editar o conteúdo do DVD sem ter de apagar todo o conteúdo que já estava gravado. Oferece a possibilidade de gravação e leitura simultâneas (time shift) sem o risco de apagar a gravação. Compatível com poucos leitores de DVD. Possui uma única camada de gravação. Capacidade: versão 1.0 - de 2,58 GB (um lado) a 5,16 GB (dois lados), e versão 2.0 - de 4,7 GB (um lado) e 9,4 GB (dois lados). Formato apoiado pela Hitachi, LG, Maxell, Matsushita (Panasonic), Samsung, Toshiba e JVC, através do RAM Promotion Group (RAMPRG). Em 2007, o custo do DVD-RAM é de aproximadamente quatro vezes o preço do DVD+RW, seu concorrente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Diferença entre DVD+RW e DVD-RW&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença, além do que já foi dito, é que o DVD+RW suporta gravação aleatória (o que significa que é possível adicionar e remover arquivos sem a necessidade de apagar todo o disco para recomeçar), sendo mais parecido com um disco rígido removível, enquanto que o DVD-RW não (se for necessário mudar alguma coisa, será preciso limpar todo o disco e recomeçar). A desvantagem do DVD+RW é o seu custo maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Blu-ray e HD DVD&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram lançados no mercado duas novas tecnologias para substituir o DVD, com maior capacidade de armazenamento. São os formatos Blu-ray e HD DVD. Estes formatos utilizam um disco diferente, que é gravado e reproduzido com um laser azul-violeta ao invés do tradicional vermelho. O laser azul possui um comprimento de onda menor, o que permite o traçado de uma espiral maior no disco, podendo render até 50 GB e 30 GB de capacidade no caso do Blu-ray e HD DVD, respectivamente. Os dois formatos têm suas vantagens e desvantagens: o Blu-ray tem maior capacidade de armazenamento, chegando a 25 GB com camada única ou 50 GB com dupla camada, mas seus discos, assim como os aparelhos para leitura, são mais caros para serem produzidos. O HD DVD por sua vez, é capaz de armazenar apenas 15 GB com camada única ou 30 GB com dupla camada, mas teria um custo menor de produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apoiando o formato HD-DVD estavam Microsoft, Intel e Toshiba, entre outros. Do lado do Blu-ray estão Philips, Apple e Sony, entre outros. O espaço extra dessas novas tecnologias de DVD será utilizado para comportar filmes e jogos em alta definição, de acordo com esta geração de aparelhos televisores e videogames. Em 19 de Fevereiro de 2008, a Toshiba comunicou a decisão de não continuar com o desenvolvimento, fabricação e comercialização do HD DVD. Sendo assim, o Blu-ray é o sucessor do DVD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;EVD e VMD&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A República Popular da China lançará um padrão próprio de discos de alta resolução chamado EVD (Enhanced Versatile Disc ou Disco Versátil Reforçado, em português). Já o VMD foi criado por uma empresa inglesa, que criou um novo padrão apenas realizando otimizações no DVD onde se pode atingir 100 GB e utilizar o mesmo laser vermelho e que em custo sairia pelo mesmo preço dos DVDs convencionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Softwares mais usados para gravação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nero;&lt;br /&gt;- Easy DVD Creator;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-5071337284133801404?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/5071337284133801404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=5071337284133801404' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/5071337284133801404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/5071337284133801404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2009/02/dvd-abreviacao-de-digital-video-disc-ou.html' title='[MHI] DVD'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-3485732336638879299</id><published>2009-02-09T21:33:00.002-02:00</published><updated>2009-02-09T21:38:53.971-02:00</updated><title type='text'>[MHI] Aplicativos, sítios e Títulos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Titulos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra título é usada para indicar um grau de comportamento mais rígido; esses produtos se comportam mais como documentos do que como programas. A flexibilidade está embutida nos seus programas visualizadores ou navegadores (viewers ou browsers), que são os meios de consulta e pesquisa desses documentos digitais. Nos títulos lineares, a apresentação do material segue ordem predeterminada e seqüencial, de forma semelhante à dos reprodutores de vídeo e áudio. O usuário final tem alguns poucos controles, semelhantes aos dos equipamentos analógicos, tais como avanço, retrocesso, avanço rápido etc. Os títulos lineares concorrem com as apresentações em “audiovisuais”, para seqüências de imagens estáticas, e com os vídeos, para apresentações com animação.&lt;br /&gt;Exemplo de Titulos:&lt;br /&gt;- Microsoft PowerPoint;&lt;br /&gt;- Nero Buring Rom;&lt;br /&gt;- Winzip.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aplicativos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os aplicativos com interface multimídia são aplicativos desenvolvidos em ambientes normais de programação de aplicativos gráficos, como Visual Basic ou Delphi. Além dos recursos gráficos estáticos, eles utilizam recursos de animação e som para enriquecer a comunicação com seus usuários.Os aplicativos multimídia processam o próprio material de multimídia, geralmente em tempo real. A multimídia deixa deser apenas um recurso de interface, para ser o objetivo central do próprio aplicativo.&lt;br /&gt;Aplicativos:&lt;br /&gt;- Macromedia Dreamweaver;&lt;br /&gt;- Delphi 6;&lt;br /&gt;- Google Earth;&lt;br /&gt;- Windows Media Player.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sítios&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sítio (site) entendemos um título de hipermídia colocado em um servidor da WWW (World Wide Web) e visualizado remotamente, em uma máquina cliente, através de um pro grama navegador (browser) , como o Microsoft Internet Explorer ou o Netscape Communicator. Os sítios são compostos de páginas, escritas na linguagem HTML; em geral, existe uma página inicial (home page), através da qual os usuários entram normalmente no sítio.A navegação é feita seguindo-se de página para página através de hiperligações (hyperlinks); as hiperligações podemlevar a páginas do mesmo sítio ou de outros sítios. Além de texto com formato e de hiperligações, as páginas de um sítiocontêm material multimídia (imagens, sons, animações, modelos tridimensionais etc.).&lt;br /&gt;Exemplos de sítios:&lt;br /&gt;- &lt;a href="http://www.google.com/"&gt;http://www.google.com/&lt;/a&gt;;&lt;br /&gt;- &lt;a href="http://www.globo.com/"&gt;http://www.globo.com/&lt;/a&gt;;&lt;br /&gt;- &lt;a href="http://www.terra.com.br/"&gt;http://www.terra.com.br/&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-3485732336638879299?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/3485732336638879299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=3485732336638879299' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/3485732336638879299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/3485732336638879299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2009/02/mhi-aplicativos-sitios-e-titulos.html' title='[MHI] Aplicativos, sítios e Títulos'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-7967761164299342863</id><published>2008-11-13T19:11:00.001-02:00</published><updated>2008-11-13T19:13:12.094-02:00</updated><title type='text'>Tema 3: Questionário sobre o texto "Questões éticas e sociais"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Sua firma decidiu iniciar um grupo de inteligência competitiva e o nomeou como chefe. Sua primeira tarefa foi esboçar um "código de ética" para orientar o grupo. Determine alguns dos elementos-chave do documento que estabelece as regras de conduta do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;R: A Ética é o ideal de comportamento (procedimento moral) que orienta o ser humano, em relação aos seus semelhantes, a decidir entre o bom e o mau (o justo e o injusto, o conveniente e o inconveniente, o oportuno e o inoportuno, o honesto e o desonesto), visando ao bem comum, à honra e à tradição dos serviços públicos. A Ética é o arcabouço da Instituição, aí compreendidos a Empresa e os seus empregados.&lt;br /&gt;Os procederes morais em sociedade e na empresa são, por vezes, imperceptíveis. As preocupações do dia-a-dia com a eficiência, a competitividade e a lucratividade não podem prevalecer à Ética. O comportamento moral orienta o teor das decisões (o que devo fazer) e o processo para a tomada de decisão (como devo fazer).&lt;br /&gt;O empregado, em sua atividade, deve observar os regulamentos internos da Empresa e o código ético da categoria profissional a que estiver vinculado. Ele, diante do imprevisto, deve estabelecer sempre o equilíbrio entre a conduta e a finalidade em seu comportamento, de modo a consolidar a moralidade do ato administrativo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Declineie algumas das abordagens com as quais voce encorajará seu grupo a adquirir inteligência competitiva.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;R: Achamos que para se ter uma sadia competetividade, os gestores juntamente com a diretoria deve se preocupar em presentear e homenagear com bonificiações aqueles que no meio se destacarem, assim motivará a todos que a competição é a melhor forma de crescer, buscando um equilibrio entre o objetivo da empresa e do funcionário que está satisfazendo a coorporação com resultados positivos para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;EQUIPE DO TEMA 3 - "Sistemas de Suporte à Decisão"Leia o texto "Uso da Inteligência Competitiva num SSE" da página 11 do PDF, discuta em equipe e responda as perguntas 1 e 2 no seu blog.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Alunos:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Alexandre Eduardo Borba&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Franco Carlos Reiser de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Gesielly Montanha&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Ricardo Andrade&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-7967761164299342863?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/7967761164299342863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=7967761164299342863' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/7967761164299342863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/7967761164299342863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/11/tema-3-questionrio-sobre-o-texto.html' title='Tema 3: Questionário sobre o texto &quot;Questões éticas e sociais&quot;'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-3667249792155802272</id><published>2008-09-18T19:28:00.005-03:00</published><updated>2008-09-18T19:36:22.532-03:00</updated><title type='text'>[IHM] – Atividade do dia 18/09/2008 - METÁFORAS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1. Metáforas nos ajudam a construir o que?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Metáforas nos ajudam a construir Modelos Mentais sobre o artefato com o qual interagimos e, muitas vezes elas representam nossos Modelos Mentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2. Metáforas podem representar os nossos modelos mentais (MMs)? Como?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.:  Permitindo-nos usar conhecimento de objetos concretos, familiares e experiências anteriores para dar estrutura a conceitos mais abstratos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3. Como Lakoff e Johnson(1980) descrevem metáforas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Lakoff e Johnson (1980) descrevem metáforas como o entendimento e a experimentação de uma coisa em termos de outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4. Erickson(1990) define metáfora como?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Erickson (1990) define metáfora como um emaranhado invisível de termos e associações que é subjacente à maneira como falamos e pensamos sobre um conceito. É essa estrutura estendida que faz da metáfora parte essencial e poderosa de nosso pensamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5. Cite exemplos de metáforas na nossa linguagem cotidiana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Muitas coisas são associadas a “dinheiro”, por exemplo, o “tempo”: gastamos, perdemos, economizamos, roubamos de alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;6. Como Bruner(1960) considera as metáforas? Explique.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Bruner (1960) considera as metáforas como um mecanismo de sustentação (scaffolding) para o aprendizado, possibilitando que informação previamente aprendida torne-se aplicável a novas situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;7. Como foi a evolução do foco no uso das metáforas? Explique.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: O foco no uso de metáforas em interfaces evoluiu da motivação inicial como facilitadora do aprendizado para incluir a facilidade de uso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;8. Até que ponto e como as metáforas ajudam o usuário a interagir com sistemas computacionais?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Pessoas usando o processador de texto pela primeira vez vêem similaridade com a máquina de escrever – ambos têm elementos em comum: um teclado, barra de espaço, tecla de retorno. Ambos têm, também, relações em comum: somente um caractere pode ser teclado por vez, ao pressionar-se uma tecla, o caractere correspondente aparece em um meio visível, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa similaridade é que permite que o sujeito ative o MM da máquina de escrever para interpretar e predizer como o processador de textos funciona. Elementos e relações são, portanto, carregados de um domínio familiar para um domínio não familiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;9. Explique a diferença entre metáfora verbal e metáfora virtual.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: A metáfora “verbal” convida o usuário a “perceber” as similaridades e diferenças entre o sistema e o domínio familiar. A metáfora “virtual” é parte da interface, e combina o sistema e o domínio familiar em uma nova entidade. Através de metáforas virtuais o usuário é levado a desenvolver um MM mais próximo do mundo metafórico – MM funcional e não um modelo do sistema subjacente (MM estrutural).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;10. Cite um exemplo de interfaces que sugerem o MM incorreto. Explique.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Por exemplo, para eliminar arquivos e documentos, a lixeira é uma metáfora intuitiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;11. Qual o importante papel que as metáforas exercem?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: O papel que as metáforas exercem em possibilitar que o usuário construa MMs de forma a tornar os sistemas mais fáceis de usar, os designers precisam de métodos sistemáticos que as incorporem ao design.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;12. O que Erickson propõe em termos de etapas do processo para que esse papel de uma nova metáfora se cumpra?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Erickson (1990) propõe o uso de metáforas em design através de um processo baseado nas seguintes etapas: (1) entender a funcionalidade do sistema a ser criado; (2) como nenhuma metáfora consegue modelar todos os aspectos da funcionalidade de um sistema, deve-se identificar as partes mais difíceis para o usuário; (3) metáforas que “suportem” o modelo requerido, devem ser geradas e avaliadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;13. Mencione as fases e suas respectivas guidelines, sugeridas por Madsen para o design baseado em metáforas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fase (1) – geração de metáforas:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Observar como os usuários entendem seus sistemas computacionais.&lt;br /&gt;Construir sobre metáforas já existentes.&lt;br /&gt;Usar artefatos predecessores como metáforas.&lt;br /&gt;Notar metáforas já implícitas na descrição do problema.&lt;br /&gt;Procurar eventos do mundo real que exibam aspectos chave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;• Fase (2) - avaliação de metáforas candidatas ao design:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Escolher uma metáfora com uma estrutura rica.&lt;br /&gt;Avaliar a aplicabilidade da estrutura.&lt;br /&gt;Escolher uma metáfora adequada à audiência.&lt;br /&gt;Escolher metáforas com significado literal bem entendido.&lt;br /&gt;Escolher metáforas com uma distância conceitual entre a fonte e o significado metafórico.&lt;br /&gt;Ter pelo menos um conceito como “ponte” entre o significado literal e o metafórico.&lt;br /&gt;Não necessariamente incorporar a metáfora no design final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;• Fase (3) - desenvolvimento do sistema propriamente dito:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Elaborar o conceito principal.&lt;br /&gt;Procurar novos significados para o conceito.&lt;br /&gt;Reestruturar a nova percepção da realidade.&lt;br /&gt;Elaborar suposições tornando explícito o que a metáfora esconde e o que ela salienta.&lt;br /&gt;Contar a estória da metáfora, falando do domínio alvo como se ele fosse o domínio fonte.&lt;br /&gt;Identificar as partes não usadas da metáfora.&lt;br /&gt;Gerar situações de conflitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;14. Na pesquisa mais recente, como as metáforas são concebidas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Na pesquisa mais recente, as metáforas são concebidas como mapeamentos entre domínios que possibilitam ao usuário usar conhecimento e experiências específicos de um domínio familiar, para entender e se comportar em situações que são novas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse processo, além do uso de representações emprestadas de domínio familiar, vários autores sugerem que a concepção do design baseado em metáforas deva incorporar também o contexto de uso de tais representações, resultando em influências maiores no design de sistemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;15. Explique como é usada a metáfora do tiro ao alvo no Jogo do Alvo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: O Jogo do Alvo (Nied, 2000) é um exemplo do uso do tiro ao alvo como metáfora para visualização de conceitos de Controle Estatístico de Processo (CEP).  A disposição dos tiros no alvo representa visualmente a distribuição de medidas de determinada peça, em relação a um valor nominal almejado (o centro do alvo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alvo é uma metáfora já implícita na descrição do problema, uma vez que o objetivo no processo de manufatura é conseguir produzir peças cuja medida seja o mais próxima possível do valor nominal (o centro). Além de possuir um significado literal bem entendido, a estrutura da metáfora serve para representar condições de estabilidade do processo, pela distribuição dos tiros no alvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o trabalhador da linha de manufatura, a metáfora do alvo consegue captar abstrações do processo e facilitar a interpretação de situações reais sem exigir dele sofisticação matemática. O alvo permite reestruturar uma nova percepção da realidade da manufatura com base na associação de conceitos do CEP com configurações de tiros no alvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-3667249792155802272?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/3667249792155802272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=3667249792155802272' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/3667249792155802272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/3667249792155802272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/09/ihm-atividade-do-dia-18092008-metforas.html' title='[IHM] – Atividade do dia 18/09/2008 - METÁFORAS'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-3658854477930108021</id><published>2008-09-11T17:17:00.003-03:00</published><updated>2008-09-11T17:23:28.493-03:00</updated><title type='text'>[IHM] Atividades para 04/09/2008</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1ª) Leia sobre "O USO DE GUIDELINES EM DESIGN" no Capítulo 3 do livro-texto.&lt;br /&gt;2ª) Escolha um website que você considera problemático em termos de interface.&lt;br /&gt;3ª) Conforme o modelo da tabela 3.1 (Exemplo de Proposta de Guideline), crie uma ou mais propostas de guideline particular a fim de melhorar a interface do website que você escolheu.&lt;br /&gt;4ª) Faça uma postagem colocando o endereço do website escolhido e a solução da questão anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa atividade. &lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;-----------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;Analise do site: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.clubedohardware.com.br/"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;http://www.guiadohardware.com.br/&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;- O título deveria ser centralizado, sem o banners de propaganda. C Uma logo de facil identificação e associação com o tema do site.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;- O Menu principal devia ser mais discreto, apenas com os links sem as imagens. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;- o menu está bom, mas talvez a caixa de busca deveria ficar na parte superior. Pois é uma ferramenta que facilita muito a vida do usuario.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;- Diminuir o texto das chamadas. Deixando apenas o que interessa, o assunto principal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;- Evitar/eliminar duplicidade, assim como ocorre com o campo de envio de e-mail para receber o boletim.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-3658854477930108021?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/3658854477930108021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=3658854477930108021' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/3658854477930108021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/3658854477930108021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/09/ihm-atividades-para-04092008.html' title='[IHM] Atividades para 04/09/2008'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-6555844102754620613</id><published>2008-09-04T19:11:00.002-03:00</published><updated>2008-09-04T19:16:19.228-03:00</updated><title type='text'>[SIN-II] - Atividade para 04/09/2008</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Leia JANELA PARA ORGANIZAÇÕES na página 251 e faça uma reflexão sobre o caso da Toshiba, postando no seu blog os seus comentários.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;________________________________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;R.: Eles automatizaram o sistema de vendas tornando o contato com os revendedores quase que imediato. Automatizando esse sistema eles tornaram mais rápido o contato com os revendedores, e assim, vendendo seus produtos pela Web.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-6555844102754620613?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/6555844102754620613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=6555844102754620613' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/6555844102754620613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/6555844102754620613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/09/sin-ii-atividade-para-04092008.html' title='[SIN-II] - Atividade para 04/09/2008'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-862938575880201077</id><published>2008-08-28T20:07:00.002-03:00</published><updated>2008-08-28T20:11:27.389-03:00</updated><title type='text'>[SIN-II] - Atividade para 28-08-2008</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Leia JANELA PARA A ADMINISTRAÇÃO página 254 do livro, sobre Intranets com 1000% de Retorno.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Após a leitura, coloque sua opinião e justifique.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1) Você acha que a Amdahl avaliou corretamente todos os custos importantes do seu site?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Sim, eles reduziram os custos com material de expediente onde antes era feito tudo na base do papel e transformaram em um ambiente totalmente eletrônico, utilizando da internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2) A economia de tempo dos empregados é um grande elemento na coluna de benefícios, mas quanto de economia de tempo de empregado é realmente traduzido em trabalho útil?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: O IDC percebeu que somente cerca de 70% dessa economia de tempo estimada resultavam em trabalho adicional sendo feito (porque muitos empregados poderiam desperdiçar o tempo economizado). Todavia, a economia de tempo foi o maior benefício do sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3) Segundo o texto, onde é que muitas empresas falham no levantamento dos custos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Muitas empresas falham especialmente ao contabilizar os custos de desenvolvimento do conteúdo em primeiro lugar (ou em segundo lugar, se ele precisar ser redigitado e reformatado para se ajustar ao software da Web).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4) O que são benefícios intangíveis? (Procure a resposta nas páginas anteriores.) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: São benefícios que não podem ser quantificados por valor monetário. pordiante.Os intangíveis podem incluir melhores serviços ao consumidor, valor de marketing e melhor acesso dos empregados à informação corporativa. Por exemplo: Planejamento organizacional melhorado, Flexibilidade organizacional aumentada, Informação mais pontual.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-862938575880201077?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/862938575880201077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=862938575880201077' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/862938575880201077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/862938575880201077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/08/sin-ii-atividade-para-28-08-2008.html' title='[SIN-II] - Atividade para 28-08-2008'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-5584059253008297932</id><published>2008-08-28T19:35:00.003-03:00</published><updated>2008-08-28T19:43:50.090-03:00</updated><title type='text'>[IHM] - Attividade 28-08-08</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;POSTAGEM&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;Faça um resumo sobre as fases da Engenharia da Usabilidade, comentando um pouco sobre cada uma das 3 fases. Não esqueça de comentar sobre métodos e princípios usados nas etapas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Boa atividade!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;_____&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fase de &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;pré-design&lt;/span&gt; é caracterizada pela busca de informação e conceituação sobre o usuário e seu contexto de trabalho e sobre sistemas relacionados, padrões de interface, guidelines, ferramentas de desenvolvimento, etc. A fase do design inicial é  constituída da especificação inicial da interface. A próxima fase é a do desenvolvimento iterativo alimentado por feedback de testes até que os objetivos tenham sido alcançados. Finalmente há a fase do pós-design com a instalação do sistema no local de trabalho do usuário e acompanhamento com medidas de reação e aceitação do sistema pelo usuário final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários métodos podem ser usados nesse estágio para conseguir o foco cedo e contínuo no usuário: visitas ao local de trabalho do usuário para conhecer a organização do trabalho, observação do usuário em seu trabalho, gravação em fita, do usuário trabalhando, análise de tarefa, design participativo, think aloud do usuário, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;fase do design inicial&lt;/span&gt; é recomendado o uso de métodos participativos, uma vez que, embora os usuários não sejam designers, são muito bons em reagir a design que não os agrada ou não funciona na prática. É recomendado, ainda, o uso de guidelines gerais – aplicáveis a qualquer interface, guidelines de categoria específica aplicáveis à classe de sistema sendo desenvolvido e guidelines específicas para o produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quarto princípio subjacente ao design para usabilidade – o design coordenado (desenvolvimento paralelo da funcionalidade, da interface, do help, do material de treinamento, etc.) já aparece nesta fase de design inicial, buscando consistência entre as diferentes mídias que compõem a interface, não apenas às telas. O uso de padrões chamados de facto e in-house, aumentam o re-uso de código e facilitam a documentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fase do desenvolvimento iterativo é baseada na prototipagem e testes empíricos a cada iteração do ciclo de desenvolvimento. Avaliação qualitativa é aplicada ao sistema em processo de design para verificação dos aspectos da interface que funcionam e principalmente dos que causam problemas. Em interfaces quase terminadas são feitas medições quantitativas para checagem das metas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito importante nesta fase é o design rationale, um registro que explicita cada decisão de design. Um formalismo que pode ser utilizado para esse registro é o gIBIS (graphical Issue-Based Information System). O design rationale, além de manter a memória do processo de design, ajuda a manter a consistência ao longo de diferentes versões do produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estágio de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;pós-design&lt;/span&gt; caracteriza-se por conduzir estudos de campo do produto em uso, para obter dados para nova versão e produtos futuros. Esses estudos devem ir além do registro imediato de reclamações buscando avaliar o impacto do produto na qualidade do trabalho do usuário. Os usuários devem ser visitados em seu local de trabalho e devem ser colecionados registros de sessões de uso do sistema para análise.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-5584059253008297932?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/5584059253008297932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=5584059253008297932' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/5584059253008297932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/5584059253008297932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/08/ihm-attividade-28-08-08.html' title='[IHM] - Attividade 28-08-08'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-130854131959074419</id><published>2008-08-21T19:50:00.005-03:00</published><updated>2008-08-21T19:59:13.539-03:00</updated><title type='text'>[IHM] - ATIVIDADE 21-08-2008</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Escolha um dos modelos abaixo e faça uma postagem no seu blog comentando o que é o modelo, como ele funciona, base&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ando-se no capítulo 3 do livro-texto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MODELO CASCATA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MODELO ESPIRAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MODELO DE EASON&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MODELO ESTRELA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MODELO DE SHNEIDERMAN&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;MODELO CASCATA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;            O modelo em cascata é um modelo de desenvolvimento de software seqüencial no qual o desenvolvimento é visto como um fluir constante para frente (como uma cascata) através das fases de análise de requisitos, projeto, implementação, testes (validação), integração, e manutenção de software. A origem do termo cascata é freqüentemente citado como sendo um artigo publicado em 1970 por W. W. Royce; ironicamente, Royce defendia um abordagem iterativa para o desenvolvimento de software e nem mesmo usou o termo cascata. Royce originalmente descreve o que é hoje conhecido como o mo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;delo em cascata como um exemplo de um método que ele argumentava ser um risco e um convite para falhas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;           O principal problema com o modelo cascat&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a é que é impossível entender&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;completamente e expressar os requisitos do usuário antes que algum design tenha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;sido feito. Além disso, as possibilidades de mudanças no software a partir da etapade manutenção são mínimas, em função dos comprometimentos e custos envolvidos&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ao longo da cadeia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/SK3yD_0mRxI/AAAAAAAAACw/zFDQHMq4CC8/s1600-h/A.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 381px; height: 292px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/SK3yD_0mRxI/AAAAAAAAACw/zFDQHMq4CC8/s320/A.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237108092187330322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para seguir um modelo em cascata, o progresso de uma fase para a próxima se da de uma forma puramente seqüencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, inicialmente completa-se a &lt;i&gt;especificação de requerimento&lt;/i&gt; — elaborando um conjunto rígido de requerimentos do software (Por exemplo, os requerimentos para Wikipédia devem ser &lt;i&gt;Wikipédia deve permitir edições anônimas de artigos; Wikipédia deve permitir às pessoas procurar pelas informações&lt;/i&gt;, embora as especificações dos requerimentos reais sejam mais detalhados, em um procedimento para projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O software em questão é projetado e um &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Blueprint&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" class="new" title="Blueprint (ainda não escrito)"&gt;blueprint&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; e desenhado para implementadores seguirem — este projeto deve ser um plano para implementação dos requerimentos dados. Quando e somente quando o projeto está terminado, uma implementação para este projeto é feita pelos codificadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encaminhando-se para o próximo estágio da fase de implementação, inicia-se a integração dos componentes de software construídos por diferentes times de projeto. (Por exemplo, um grupo pode estar trabalhando no componente de &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_web" title="Página web"&gt;página web&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; da Wikipedia e outros grupos pode estar trabalhando no componente &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor" title="Servidor"&gt;servidor&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; da Wikipedia. Estes componentes devem ser integrados para juntos produzirem um sistema como um todo). Após as fases de implementação e integração estarem completas, o produto de software é testado e qualquer problema introduzido nas fases anteriores é removida aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isto o produto de software é instalado, e mais tarde mantido pela introdução de novas funcionalidades e remoção de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bug" title="Bug"&gt;bugs&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-130854131959074419?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/130854131959074419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=130854131959074419' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/130854131959074419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/130854131959074419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/08/ihm-atividade-21-08-2008.html' title='[IHM] - ATIVIDADE 21-08-2008'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/SK3yD_0mRxI/AAAAAAAAACw/zFDQHMq4CC8/s72-c/A.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-5518679545917241536</id><published>2008-08-21T15:04:00.006-03:00</published><updated>2008-08-21T18:49:57.484-03:00</updated><title type='text'>[SIN-II] - Perguntas do Xerox 14-08-08</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1. Por que um sistema de informação pode ser considerado uma mudança organizacional planejada?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Os sistemas podem ser bem-sucedidos tecnicamente mas falhar do ponto de vista organizacional por causa de falhas nos processos sociais e políticos de construção de um sistema. Os analistas e projetistas são responsáveis por certificarem-se de que os membros chaves da organização participam no processo do projeto e lhes é permitido influenciar o formato final do sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2. Quais são as principais categorias de um plano de sistema de informação?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: O plano contém um enunciado de metas corporativas e especifica como a tecnologia de informação dá suporte à realização dessas metas. O relatório mostra como as metas gerais serão alcançadas pelos projetos específicos de sistemas. Dispõe sobre alvo de datas específicas e marcos que podem ser usados mais tarde para julgar o progresso do plano em termos de quantos objetivos foram atingidos, de fato no prazo especificado no plano. O plano indica as decisões gerenciais, chaves relativas à aquisição de hardware; telecomunicações; centralização/descentralização de autoridade, dados e hardware; e mudanças organizacionais exigidas. As mudanças organizacionais geralmente também são descritas, incluindo necessidade de treinamento gerencial e de empregados; esforços de recrutamento; mudanças em processos empresariais e mudanças na autoridade, estrutura ou prática gerencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3. Como a análise empresarial e os fatores críticos de sucesso podem ser usados para estabelecer as exigências de um sistema de informação amplamente organizacional?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: A análise empresarial pode ajudar a identificar as entidades e atributos chaves dos dados da organização. Esse método começa com a noção de que as exigências de informação de urna empresa ou de uma divisão podem ser especificadas somente com um entendimento perfeito da organização como um todo.&lt;br /&gt;A abordagem da análise estratégica, ou dos fatores críticos de sucesso, argumenta que as exigências de informação de uma organização são determinadas por um número pequeno de fatores críticos de sucesso (FCSs) dos gerentes. Os FCCs são moldados pela indústria, empresa, gerente e ambiente mais amplo. Esse foco mais amplo, em comparação com os métodos anteriores, é responsável pela descrição dessa técnica como estratégica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4. Descreva cada um dos quatro tipos de mudança organizacional que podem ser promovidas com a tecnologia de informação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Automação:&lt;/span&gt; As primeiras aplicações de tecnologia de informação envolviam assistência aos empregados para executar suas tarefas de forma mais eficiente e eficaz. Calcular cheques de pagamento c registros de folha de pagamento, dar aos caixas de banco acesso instantâneo aos registros de depósitos de clientes e desenvolver uma rede nacional de terminais de reservas de companhias aéreas para os agentes de reservas de vôo são exemplos das primeiras automações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Racionalização de procedimentos:&lt;/span&gt; A racionalização dos procedimentos é o ajuste perfeito dos procedimentos operacionais padrões, eliminando os gargalos óbvios, de forma que a automação possa tomar os procedimentos mais eficientemente. Por exemplo: o sistema bancário do Grupo Financeiro Bital é eficiente não só porque utiliza uma tecnologia de computação moderna mas também porque seu projeto permite quc seu banco opere mais eficientemente. Os procedimentos do Bital, ou de qualquer organização, precisam ser estruturados racionalmente para alcançar esse resultado. Antes que o Bital pudesse automatizar seu sistema bancário, ele tinha que fazer a identificação numérica de todas as contas e regras padrões para o cálculo de juros e balanços de contas. Sem um certo volume de racionalização na organização do Grupo Bital sua tecnologia de computação teria sido inútil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Reengenharia empresarial:&lt;/span&gt; os processos empresariais são analisados, simplificados e reprojetados, A reengenharia envolve a reconsideração radical do fluxo de trabalho e dos processos empresariais usados para produzir produtos e serviços, com a mente voltada para a sedução radical dos custos dos negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mudança de paradigma:&lt;/span&gt; Uma mudança de paradigma envolve a reconsideração da natureza do negócio e da natureza da própria organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5. O que é reengenharia empresarial'? Quais passos são exigidos para torna-la eficaz?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: É a reorganização dos processos empresariais que são analisados, simplificados e reprojetados. A reengenharia envolve a reconsideração radical do fluxo de trabalho e dos processos empresariais usados para produzir produtos e serviços, com a mente voltada para a sedução radical dos custos dos negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;6. Qual a diferença entre análise de sistemas e projeto de sistemas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: A análise de sistemas descreve o que um sistema faria para atender às exigências de informação. c o projeto de sistemas mostra como o sistema cumprirá esse objetivo. O projeto de um sistema de informação é um plano geral ou um modelo para esse sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;7. O que é viabilidade? Enumere e descreva cada uma das três principais áreas de viabilidade para sistemas de informação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Para sugerir uma solução, a análise de sistemas envolve um estudo de viabilidade para determinar se aquela solução é possível, ou exeqüível, dados os recursos e obstáculos da organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três grandes áreas de viabilidade precisam ser resolvidas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1.Viabilidade técnica: &lt;/span&gt;se a solução proposta pode ser implementada com os recursos de hardware, de software e técnicos disponíveis.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2. Viabilidade econômica:&lt;/span&gt; se os benefícios da solução proposta ultrapassam os custos.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3. Viabilidade operacional:&lt;/span&gt; se a solução proposta é desejável na estrutura gerencial e organizacional existente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;8. O que são exigências de informação? Por que elas são difíceis de se determinar corretamente?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: As exigências de informação de um sistema novo envolvem a identificação de quem precisa de qual informação, onde, quando e como.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma análise de exigências malfeita é uma das principais causas de fracasso de sistemas e de altos custos de desenvolvimento de sistemas. Um sistema projetado ao redor do conjunto de exigências errado terá que ser descartado por causa do desempenho precário ou precisará ser pesadamente revisado. Portanto a importância da análise de exigências não pode ser descrita como exagerada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;9. Qual é a diferença entre o projeto lógico e o projeto físico de um sistema de informação?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: O &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;projeto lógico&lt;/span&gt; esboça os componentes do sistema e os seus relacionamentos entre si como eles deveriam parecer para os usuários. Ele mostra o que a solução de sistema fará em oposição a como ele é, de fato, implementado fisicamente. Descrevem entradas e saídas, funções de processamento a serem executadas, procedimentos empresariais, modelos de dados e controles. O &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;projeto físico &lt;/span&gt;é o processo de tradução do modelo lógico abstrato para o projeto técnico específico para o novo sistema. Ele produz as especificações para hardware, software, bancos de dados físicos, meio de entrada/saída, procedimentos manuais e controles específicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;10. Por que o estágio de teste de desenvolvimento de sistemas é tão importante? Enumere e descreva os três estágios de teste para um sistema de informação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Os testes são de meios de localizar erros em programas, como focos na descoberta de todos os modos de fazer uma falha de programa. Uma vez apontados, os problemas podem ser corrigidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O teste de um sistema de informação pode ser dividido em três tipos de atividades:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Teste de unidade, ou teste de programa: &lt;/span&gt;consiste em testar cada programa separadamente no sistema.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Teste de sistema: &lt;/span&gt;testa o funcionamento do sistema de informação como um todo. Tenta determinar se os módulos distintos funcionarão juntos como planejado e se existem discrepâncias entre o modo como o sistema funciona e o modo como foi concebido.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Teste de aceitação:&lt;/span&gt; fornece a certificação final de que o sistema está pronto para ser usado num ambiente de produção. Os testes de sistemas são avaliados por usuários e revisados pela administração. Quando todas as partes estiverem satisfeitas de que o novo sistema atende a seus padrões, o sistema é formalmente aceito para instalação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;11. O que é conversão? Por que é importante ter um plano detalhado de conversão?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: A conversão é o processo de mudança de um sistema antigo para um novo sistema. É importante se ter um plano detalhado de conversão, pois ele fornece uma programação de todas as atividades exigidas para instalar o novo sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;12. Que papel desempenham a programação, a produção e a manutenção no desenvolvimento de sistemas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Depois de o novo sistema ser instalado e a conversão estar completa, diz-se que o sistema está em produção. Durante essa fase, o sistema será revisado por usuários e especialistas técnicos para determinar até que ponto ele atende aos seus objetivos originais e para decidir se qualquer revisão ou modificação está em ordem. As mudanças em hardware, software, documentação ou procedimentos em um sistema de produção para corrigir erros, atender a novas exigências ou melhorar a eficiência do processamento são chamadas de manutenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;13. O que é implementação? Como ela está relacionada com o sucesso ou o fracasso do sistema de informação?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: A implementação se refere a todas as atividades organizacionais que funcionam em direção à adoção, administração e rotinização de uma inovação tal como um novo sistema de informação. Se o sistema é bem implantado ele funcionará de forma satisfatória, caso contrário ele apresentará falhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;14. Descreva os modos pelos quais a implementação pode ser gerenciada para tornar o processo de mudança organizacional mais bem-sucedido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aumentando o Envolvimento do Usuário: &lt;/span&gt;o nível de envolvimento do usuário pode variar dependendo da metodologia de desenvolvimento usada e do nível de risco do projeto. As ferramentas para envolver os usuários – ferramentas de integração externa - consistem em maneiras de ligar o trabalho da equipe de implementação aos usuários em todos os níveis organizacionais. Por exemplo, os usuários podem se tornar membros ativos ou líderes de equipes do projeto de desenvolvimento de sistemas ou encarregados do treinamento e da instalação do sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Superando a Resistência do Usuário:&lt;/span&gt; O desenvolvimento de sistemas não é um processo inteiramente racional. Os usuários que conduzem atividades de projeto têm usado sua posição para interesses particulares adicionais e para ganhar poder em vez de promover os objetivos organizacionais. A participação em atividades de implementação pode não ser suficiente para superar o problema da resistência do usuário. O processo de implementação demanda mudança organizacional. Tais mudanças podem encontrar resistência porque usuários diferentes podem ser afetados pelo sistema de diferentes modos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Gerenciando a Complexidade Técnica: &lt;/span&gt;Os projetos com níveis altos de tecnologia se beneficiam das ferramentas de integração interna. O sucesso de tais projetos depende de quão bem sua complexidade técnica puder ser gerenciada. Os líderes de projeto necessitam de experiência gerencial e técnica pesada. Eles precisam estar aptos para antecipar problemas e desenvolver relacionamentos harmoniosos de trabalho entre uma equipe predominantemente técnica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Planejamento Formal e Ferramentas de Controle:&lt;/span&gt; Grandes projetos se beneficiarão do uso apropriado do planejamento formal e ferramentas de controle. Com técnicas de gerenciamento de projeto tais como PERT (Program Evaluation and Review Techniquc) ou gráficos ele Gantt, um plano detalhado pode der desenvolvido. Essas técnicas gerenciais de projeto podem ajudar os gerentes a identificar gargalos e a determinar o impacto que os problemas terão sobre o tempo de finalização do projeto. Técnicas de controle padrão podem ser usadas para gráficos de progresso de projetos em relação a orçamentos e datas estipuladas de forma que divergências podem ser localizadas e a equipe de implementação pode fazer os ajustes para atender à sua programação original. Relatórios periódicos formais em comparação com o plano mostrarão a extensão do progresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Controlando Fatores de Risco: &lt;/span&gt;Uma maneira pela qual a implementação pode ser aprimorada é ajustando a estratégia de gerenciamento do projeto para o nível de cada projeto. Assim, projetos com uma estrutura pequena podem envolver os usuários integralmente em todos os estágios, enquanto projetos mais formais podem necessitar ajustar o envolvimento do usuário de acordo com a fase do projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;15. Enumere e descreva os principais métodos de orçamento de capital usados para avaliar os projetos de sistema de informação. Quais são as suas limitações?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Relação Custo-Beneficio:&lt;/span&gt; É um método simples para calcular o retorno de um gasto de capital é calcular a relação custo-benefício, que é a relação dos benefícios comparados com os custos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Valor Presente Líquido: &lt;/span&gt;é o valor corrente em unidades monetárias de um pagamento ou fluxo de pagamentos a serem recebidos no futuro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Contabilizando a Taxa de Retorno sobre o Investimento (ROI): &lt;/span&gt;A taxa de retorno sobre o investimento (ROI) calcula a taxa de retorno de um investimento ajustando o fluxo de caixa produzido por um investimento pela depreciação. Ela dá uma aproximação da contabilização do ganho obtido pelo projeto.&lt;br /&gt;        Os modelos financeiros admitem que todas as alternativas relevantes foram examinadas, que todos os custos e benefícios são conhecidos e que esses custos e benefícios podem ser expresso em uma medida métrica comum, especificamente, dinheiro. Todavia, os modelos financeiros não expressam os riscos e as incertezas de seus próprios custos e benefícios estimados. A inflação pode afetar diferentemente os custos e os benefícios. A tecnologia - especialmente a tecnologia da informação - pode mudar durante o curso do projeto, causando grandes vedações nas estimativas. Os benefícios intangíveis são difíceis de se quantificar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;16. Descreva como a análise de portfólio e os modelos de pontuação podem ser usados para estabelecer o valor dos sistemas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: A análise de portfólio e os modelos de pontuação incluem considerações não-financeiras e podem ser usados para avaliar projetos alternativos de sistemas de informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-5518679545917241536?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/5518679545917241536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=5518679545917241536' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/5518679545917241536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/5518679545917241536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/08/sin-ii-perguntas-do-xerox-14-08-08.html' title='[SIN-II] - Perguntas do Xerox 14-08-08'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-4029597173987778779</id><published>2008-08-14T19:50:00.003-03:00</published><updated>2008-08-14T20:02:39.911-03:00</updated><title type='text'>[IHM] - Atividade pág. 107</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1) O que você entende por manipulação direta?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Manipulação direta seria o modo de tratar a criação de uma interface, deixando-a mais agradável para o uso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2) Do mundo que se “comanda” passou-se para o mundo com o qual se “interage”. Explique.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: As interfaces passaram a ser mais interativas com o seu usuário. Criadores de interfaces começaram a se preocupar com&lt;br /&gt;o visual das interfaces.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3) O que é wyswyg?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: É um editor de interface.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4) Como Scheidermann resumiu a ilusão da manipulação direta?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: A “ilusão” da manipulação direta foi sumarizada por Shneiderman (1998) em três&lt;br /&gt;princípios de design:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Representação contínua do objeto de interesse;&lt;br /&gt;2. Ações físicas (cliques, arraste, etc.) em vez de sintaxe complexa;&lt;br /&gt;3. Operações incrementais reversíveis, cujo impacto no objeto de interesse é imediatamente visível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses princípios são baseados na suposição de que a manipulação direta resulta em menor comprometimento de recursos cognitivos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5) O que é "linguagem da interface"?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: A linguagem da interface é um “meio” no qual usuário e sistema têm uma conversação sobre um mundo assumido, mas não explicitamente&lt;br /&gt;representado. O usuário está em contato com estruturas lingüísticas que podem ser interpretadas como se referindo aos objetos de interesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;6) Segundo Hutchins et al(1986) a interface é um mundo onde o usuário age. Tente exemplificar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Se uma interface é complicada de se usar, o usuário usará somente as funcionalidades a que se deseja usar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;7) O que é Distância Semântica?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Distância semântica (DS) reflete a relação entre as intenções do usuário e o significado na linguagem da interface.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;8) O que é Distância Articulatória?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Distância articulatória (DA) reflete a relação entre a forma física de uma expressão na linguagem de interação e seu significado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;9) Qual a relação da distância semântica com o Modelo da Teoria da Ação?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Distância semântica (DS) reflete a relação entre as intenções do usuário e o significado na linguagem da interface.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação ao Modelo da Teoria da Ação, a diretividade semântica pode ser medida no golfo de execução observando-se quanto da estrutura requerida é&lt;br /&gt;fornecida pelo sistema e quanto pelo usuário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;10) Explique o termo diretividade articulatória que o texto aborda antes da figura 3.2.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: A diretividade articulatória é uma medida da distância entre a forma física da expressão dos elementos da interface e seu significado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;11) Como designer o que é importante se fazer para se contribuir para o sentimento da diretividade?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: É criar uma interface amigável que reuna todas as funcionalidades em único lugar, tornando-a mais mais interativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;12) Cite 5 aspectos dos benefícios da manipulação direta que você considera mais importantes para a usabilidade de sistemas computacionais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: Facilidade de aprendizado do sistema.&lt;br /&gt;• Facilidade de memorização.&lt;br /&gt;• Performance melhorada do experto no domínio da tarefa;&lt;br /&gt;• Redução de mensagens de erro;&lt;br /&gt;• Aumento no controle do usuário.&lt;br /&gt;Usuários têm a ansiedade reduzida, porque o sistema é compreensível e&lt;br /&gt;porque as ações são facilmente reversíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-4029597173987778779?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/4029597173987778779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=4029597173987778779' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/4029597173987778779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/4029597173987778779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/08/ihm-atividade-pg-107.html' title='[IHM] - Atividade pág. 107'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-5362256455076823754</id><published>2008-08-14T15:05:00.002-03:00</published><updated>2008-08-14T15:09:12.727-03:00</updated><title type='text'>[SIN-II] - Atividade para casa 07-08-08</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="PowerPoint.Slide"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft PowerPoint 9"&gt;&lt;!--[if !mso]&gt; &lt;style&gt; v\:* {behavior:url(#default#VML);} o\:* {behavior:url(#default#VML);} p\:* {behavior:url(#default#VML);} .shape {behavior:url(#default#VML);} v\:textbox {display:none;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;meta name="Description" content="14-ago-08"&gt;&lt;!--[if !ppt]--&gt;&lt;style media="print"&gt; &lt;!--.sld 	{left:0px !important; 	width:6.0in !important; 	height:4.5in !important; 	font-size:103% !important;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:shapelayout ext="edit"&gt;&lt;/o:shapelayout&gt;&lt;o:idmap ext="edit" data="3"&gt;&lt;/o:idmap&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;p:colorscheme style="font-family: arial;" colors="#FFFFFF,#000000,#808080,#000000,#00CC99,#3333CC,#CCCCFF,#B2B2B2"&gt;  &lt;/p:colorscheme&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;p:colorscheme style="font-family: arial;" colors="#FFFFFF,#000000,#808080,#000000,#00CC99,#3333CC,#CCCCFF,#B2B2B2"&gt;&lt;/p:colorscheme&gt;&lt;/span&gt;&lt;div shape="_x0000_s3074" class="O" style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;color:black;"   lang="EN-GB"&gt;&lt;u&gt;Atividade para casa&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:130%;color:black;"   lang="EN-GB"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;:&lt;/span&gt; Leia no capítulo 10 do livro-texto como estas tecnologias podem mudar as organizações e faça uma postagem no seu blog.&lt;/span&gt;&lt;span style="display: none;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;p:colorscheme style="font-family: arial;" colors="#FFFFFF,#000000,#808080,#000000,#00CC99,#3333CC,#CCCCFF,#B2B2B2"&gt;  &lt;/p:colorscheme&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Essas novas tecnologias podem mudar as organizações pois dividem o trabalho da empresa, e onde algumas operações eram determinadas pelo local agora não são mais, reduzindo assim, os custos da empresa. As mudanças tambem influem no modo em que o trabalho é realizado, passando a ser realizado em equipe, reduzindo ainda os custos de administração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a computação distribuída os processos empresariais são redesenhados e simplificados, declinando os custos administrativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Computação portátil torna o trabalho mais fácil, onde as pessoas onde estiverem, recebem as ordens como se estivessem dentro do mesmo local de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Interface Gráfica com o Usuário torna a acessibilidade mais automatizada, onde todos os executivos da empresa podem acessar a informação da empresa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-5362256455076823754?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/5362256455076823754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=5362256455076823754' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/5362256455076823754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/5362256455076823754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/08/sin-ii-atividade-para-casa-07-08-08.html' title='[SIN-II] - Atividade para casa 07-08-08'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-1829748778197419271</id><published>2008-08-07T20:17:00.002-03:00</published><updated>2008-08-07T20:20:15.970-03:00</updated><title type='text'>[IHM] - Engenharia Cognitiva</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Faça uma postagem respondendo perguntas abaixo, com base no captulo 3:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1) O que se deve fazer, de acordo com Norman e Draper   para se criar uma interface que seja ágil   na hora de realizar as tarefas que o sistema dispõe?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;R.: Norman e Draper (1986) propõe “uma teoria da ação” para entender “como aspessoas fazem as coisas”, distinguindo entre diferentes estágios de atividades. NaTeoria da Ação são diferenciados sete estágios da atividade do usuário. Muitos sistemas computacionais podem ser categorizados porquão bem suportam os diferentes estágios. Imagine, por exemplo, uma pessoainteragindo com um sistema computacional. As metas da pessoa são expressas emtermos relevantes à pessoa (psicológicos). Os mecanismos e estados do sistema sãoexpressos em termos relativos a ele (físicos). A discrepância entre variáveis físicas epsicológicas cria os pontos a serem considerados no design, análise e uso desistemas, que Norman chamou de “golfos da execução e da avaliação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2) Explique o que são as variáveis físicas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;R.: É como a pessoa interpreta a interface em termos relevantes às suas metas psicológicas e traduz as intenções psicológicas em ações físicas sobre os mecanismos do sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3) Porque às vezes, para usuários novatos ou acostumados   com outros sistemas, há dificuldade em se habituar   com um novo sistema?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;R.: Pois eles estão habituados com uma interface e quando impõe-se a utilização de um novo sistema, há a necessidade de eles se habituarem com o novo ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4) O que so os golfos de execução e de avaliação?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;R.:  R.: O Golfo da Execução envolve as atividades de formação da intenção, especificaçãoda seqüência de ações – o que não é trivial – e execução da ação através do contatocom mecanismos de entrada da interface. O Golfo da Avaliação requer comparar ainterpretação do estado do sistema com as metas e intenções originais. Começa coma apresentação de saída da interface, a partir da qual o usuário passa pela atividadede processamento perceptual da saída, interpretação e avaliação (comparação dainterpretação do estado do sistema com a intenção e metas originais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5) Procure na internet o conceito de Engenharia Cognitiva.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;R.: Em uma breve introdução, a Engenharia Cognitiva, relacionada a sistemas computacionais, baseia-se no pensamento, ou seja, na forma que o usuário irá interpretar e interagir com um sistema. Segundo Don Norman (1986), Engenharia Cognitiva é uma ciência cognitiva aplicada, que busca aplicar o que se sabe desta ciência, no design e na construção de artefatos computacionais com objetivos de entender questões envolvidas no uso de computadores, métodos para tomar decisões mais corretas quanto ao design etc.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;[Fonte: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://melhoragora.org/2007/03/19/engenharia-cognitiva"&gt;&lt;strong&gt;http://melhoragora.org/2007/03/19/engenharia-cognitiva&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; ]&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-1829748778197419271?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/1829748778197419271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=1829748778197419271' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/1829748778197419271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/1829748778197419271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/08/ihm-engenharia-cognitiva.html' title='[IHM] - Engenharia Cognitiva'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-4022423703566898837</id><published>2008-06-26T19:14:00.001-03:00</published><updated>2008-06-26T19:16:40.673-03:00</updated><title type='text'>[IHM] - Atividade Laboratorial 26-06</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;LEIA SOBRE MODELOS MENTAIS(MM) NO FINAL DO CAPÍTULO 2 E RESPONDA NO SEU BLOG AS PERGUNTAS ABAIXO:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1) O QUE É UM MODELO MENTAL?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;R.: Modelos mentais (MM) são explicados pela PsicologiaCognitiva com respeito a sua estrutura e função no raciocínio humano e noentendimento de linguagem. São representações analógicas, ou combinações derepresentações analógicas e proposicionais; são relacionados a imagens, emboradiferentes destas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2) COMO AS PESSOAS FORMAM OS MODELOS MENTAIS?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;R.: O entendimento das pessoassobre os artefatos com os quais interagem é fraco, especificado imprecisamente echeio de inconsistências, “buracos” e artimanhas idiossincráticas. Modelos mentaissão incompletos. A habilidade das pessoas para “executar” seus modelos mentais élimitada pelos mecanismos perceptual e cognitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;3) EXPLIQUE OS DOIS TIPOS PRINCIPAIS DE MM QUE AS PESSOAS DESENVOLVEM?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;R.: Modelo mental estrutural (MME) é assumido que o usuário internalizou, namemória, a estrutura de como o artefato funciona. MMEs são usados para descrevera mecânica interna de uma máquina ou sistema em termos de suas partescomponentes. O MME atua como substituto da coisa real.&lt;br /&gt;No modelo mental funcional (MMF) o usuário internaliza conhecimentoprocedimental sobre como usar a máquina ou sistema. Nesse modelo as pessoas emvez de desenvolverem o “manual na cabeça” simplesmente desenvolvem um modelode “como fazer”. O MMF se desenvolve a partir de conhecimento anterior de umdomínio similar; parece haver um mapeamento tarefa-ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4) COMO DESIGNERS QUAL A NOSSA OBRIGAÇÃO FALANDO SOBRE MODELOS MENTAIS?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;R.: Como designers é nossa obrigação desenvolver sistemas para o usuário final que oajude a construir modelos mentais adequados à sua interação com o sistema. Assim,conceituar o conhecimento do usuário em termos de modelos mentais pode ajudar odesigner a desenvolver interfaces apropriadas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5) O QUE É UM ARTEFATO NO CONTEXTO LIDO?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;R.:  A operação de qualquer artefato seja ele uma garrafa de cerveja a ser aberta, umaplanta nuclear ou um sistema computacional, será mais simples se tiver um bommodelo conceitual. É tarefa do designer, com base nos princípios apresentados,construir um modelo conceitual para o artefato, adequado ao uso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6) QUANTOS E QUAIS TIPOS DE MODELOS ASSOCIADOS AO ARTEFATO SÃO DISTINGUIDOS POR NORMAN(1986)?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;R.:  Norman (1986) distingue 3 tipos de modelos associados ao artefato: o modelo do designer, o modelodo usuário e a imagem do sistema.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7) O QUE É MODELO DO DESIGNER?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;R.: O Modelo do Designer é a conceituação que o designer tem em mente sobre o  sistema.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8) O QUE É MODELO DO USUÁRIO?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;R.: O Modelo do Usuário é o que o usuário desenvolve para entender e explicar a operação do sistema.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9) COMO SE FORMA A "IMAGEM DO SISTEMA"?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;R.: A aparência física, sua operação e a forma como responde, somados ao help online de manuais de instrução formam a “Imagem do Sistema”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10) QUAL O PAPEL DAS METÁFORAS NA CONSTRUÇÃO DE UM MM? &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;R.: as metáforas desempenham um papel importantíssimo no processo de facilitar ao usuário a construção de um modelo mental adequado à interação com osistema.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-4022423703566898837?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/4022423703566898837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=4022423703566898837' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/4022423703566898837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/4022423703566898837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/06/ihm-atividade-laboratorial-26-06.html' title='[IHM] - Atividade Laboratorial 26-06'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-1750300961073099218</id><published>2008-06-19T20:11:00.003-03:00</published><updated>2008-06-19T20:16:24.975-03:00</updated><title type='text'>[IHM] - Atividade Laboratorial 19-06-08</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O MODELO GOMS&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1) EXPLIQUE QUAL FOI A INTENÇÃO DA CRIAÇÃO DO MODELO GOMS.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;R.: A motivação para o GOMS foi fornecer um modelo de engenharia para aperformance humana, capaz de produzir predições quantitativas a priori ou em umestágio anterior ao desenvolvimento de protótipos e teste com usuários. Ele prevêtempo de execução, tempo de aprendizado, erros, etc. identificando partes dainterface associadas a essas previsões, de forma a orientar o re-design.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2) EXPLIQUE EM QUE SE BASEIA O MODELO GOMS.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;R.: GOMS baseia-se na premissa de que nosso entendimento sobre o desenvolvimentode sistemas pode ser melhorado se levarmos em conta as atividades cognitivas e deprocessamento da informação do usuário. O modelo é conseqüência direta dosprincípios números 8 e 9 do MPIH: o princípio da racionalidade e o princípio doespaço do problema. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;3) O QUE REPRESENTA O ACRÔNIMO GOMS? &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;R.: O acrônimo GOMS representa os componentes de um modeloGOMS: metas (G), operadores (O), métodos (M) e regras de seleção (S).Com base na premissa de que “os usuários agem racionalmente para conseguiremalcançar as metas”, quatro componentes básicos compõem, portanto, o modelo: (1)um conjunto de metas, (2) um conjunto de operadores, (3) um conjunto de métodospara alcançar as metas, (4) um conjunto de regras para seleção dos métodos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;4) QUAIS OS 4 COMPONENTES BÁSICOS QUE COMPÕEM O MODELO GOMS? &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;R.: metas (G), operadores (O), métodos (M) e regras de seleção (S).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;5) EXPLIQUE O QUE SÃO ESSAS METAS?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;R.: Metas constituem uma estrutura simbólica que define o estado de coisas a seremalcançadas e determina o conjunto de métodos possíveis. A função dinâmica dameta é prover um “ponto de memória” para o qual o sistema pode retornar no casode falha ou erro. Além disso, as metas carregam informação sobre o que é desejado,métodos disponíveis, o que já foi tentado, etc. Metas expressam o que o usuáriodeseja realizar com o software. Normalmente as metas formam uma hierarquia desubmetas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;6&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;) EXPLIQUE O QUE SÃO OS OPERADORES?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;R.: Operadores são atos elementares – perceptuais, cognitivos e motores - cuja execuçãoé necessária para mudar aspectos do estado mental do usuário ou afetar o ambienteda tarefa. Operadores são as ações que o software possibilita ao usuário realizar.Embora possam ser definidos em diferentes níveis de abstração, os modelos GOMSos definem em termos concretos como o pressionar de um botão, o selecionar de umitem de menu, etc. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;7) EXPLIQUE O QUE SÃO OS MÉTODOS?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;R.: Métodos são procedimentos necessários para conseguir realizar a meta. Relacionamseà maneira como o usuário armazena conhecimento sobre a tarefa, e à seqüênciacondicional de submetas e operadores que usa na realização da tarefa; envolvemtestes no conteúdo da memória de curta duração do usuário e no estado corrente doambiente envolvido. Métodos são seqüências bem aprendidas de submetas eoperadores que permitem realizar a tarefa.Regras de seleção são requeridas quando há mais de um método disponível para arealização da mesma meta. Seleção refere-se à estrutura de controle usada noprocesso, em geral regras se-então. São as regras pessoais que o usuário escolhepara decidir que método usar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;8) EXPLIQUE O QUE SÃO AS REGRAS DE SELEÇÃO?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;R.: Regras de seleção são requeridas quando há mais de um método disponível para arealização da mesma meta. Seleção refere-se à estrutura de controle usada noprocesso, em geral regras se-então. São as regras pessoais que o usuário escolhepara decidir que método usar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;9) O QUE ESTES 4 COMPONENTES DESCREVEM?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;R.: Operadores podem mudar um estado mental interno do usuário ou um estado doambiente externo. Tempo de execução é um parâmetro importante dos operadores.Assim, a interação com o mundo físico aparece definida por um efeito específico epor uma duração específica. No exemplo da Figura 2.25, são operadores: mover omouse, clicar o botão do mouse, shift-clicar no botão do mouse e pressionar a tecladelete. Operadores definem a granularidade da análise. Englobam uma mistura demecanismos psicológicos básicos e comportamento organizado aprendido. Quantomais fina a granularidade da análise, mais os operadores refletem os mecanismospsicológicos básicos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Métodos são procedimentos já aprendidos; não são planos criados durante arealização da tarefa. Constituem a expressão da familiaridade e habilidade dousuário. Refletem a estrutura detalhada da tarefa no ambiente e o conhecimento daseqüência exata de passos requeridos pela ferramenta para a realização da tarefa.No exemplo citado, um método para a meta deletar-frase seria: mover mouse para oinicio da frase, pressionar botão do mouse, mover mouse para o final da frase,soltar botão do mouse, pressionar tecla Del (método marca e deleta).A estrutura de controle no GOMS é a seleção. A essência do comportamentohabilidoso pressupõe que as seleções acontecem suavemente, sem a problemática dabusca que caracteriza comportamento de resolução de problemas. No exemplo ousuário poderia ter selecionado como método o posicionar o mouse no início dafrase e pressionar o delete tantas vezes quantas for o número de caracteres da frasea deletar (método deleta caracteres). Seleção de métodos pelo usuário pode se darpela experiência na tarefa ou por treinamento. O usuário poderia ter uma regra parao deletar-frase como a seguinte: se a frase tem mais de oito caracteres, usar métodomarca e deleta; caso contrário, usar método deleta caracteres.Associando-se tempo a cada operador, tal modelo fornecerá previsão de tempo totalpara realização da tarefa. O modelo não é apropriado se erros ocorrem, uma vez quea detecção e correção de erros são rotineiras em comportamento habilidoso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10) EXPLIQUE UM EXEMPLO DE USO DO MODELO GOMS.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;R.: Uso da ferramenta MOVER, O texto émovido através do uso do cut e paste. Para tal, o texto é primeiramente selecionadoe então o cut é acionado. A seleção do texto pode ser feita de duas maneirasdependendo do tamanho do texto a ser selecionado. A meta paste requer posicionaro cursor no ponto de inserção e então acionar o paste. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-1750300961073099218?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/1750300961073099218/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=1750300961073099218' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/1750300961073099218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/1750300961073099218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/06/ihm-atividade-laboratorial-19-06-08.html' title='[IHM] - Atividade Laboratorial 19-06-08'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-1195482256954042778</id><published>2008-06-12T19:40:00.001-03:00</published><updated>2008-06-12T19:42:48.188-03:00</updated><title type='text'>[IHM] - Bases Neurais da Memória Humana</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TRABALHO DE IHM (EM LABORATÓRIO)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Estude as págians 82 a 90 do livro na parte BASES NEURAIS DA MEMÓRIA HUMANACrie uma nova postagem no seu blog com o título [IHM] Bases Neurais da Memória Humana,contendo as palavras SINAPSE, IMPULSO ELÉTRICO, HEMISFÉRIO, e falando sobre o mecanismo de armazenamento de informações na nossa memória. Na próxima aula continuaremos o assunto.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mudanças estruturais e químicas devem ocorrer no cérebro, como resultado da aquisição de novo conhecimento. Descrição acurada e completa de como o sistema nervoso armazena informação não existe, ainda. Entretanto, é bem aceita a teoria de que as atividades correntes de pensamento, processos de consciência e memórias imediatas (armazenamento sensorial e MCD) são mediadas por atividades elétricas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O &lt;strong&gt;impulso elétrico&lt;/strong&gt; carregado pelo neurônio viaja do corpo de uma célula para um outro corpo de célula, através do axônio. O local onde o axônio faz contato com o  corpo da célula é chamado junção sináptica. Existem dois tipos dessas junções: as excitadoras e as inibitórias. As junções excitadoras tendem a fazer o novo neurônio “disparar”; isto é, responder com seu próprio impulso. As inibitórias tendem a prevenir (impedir) o disparo. No sistema nervoso, um grande número de impulsos chegando a conexões excitadoras pode ser requerido para fazer o corpo da célula “disparar” outro impulso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A memória de longa duração é representada pela estrutura permanente dos circuitos neurais, que acontece através de um processo chamado consolidação. Como aconteceria a consolidação? Existem duas teorias principais: a primeira explica o processo de consolidação como uma codificação química na estrutura de moléculas de proteína em cada sinapse. Outra teoria explica a consolidação através do crescimento de novas junções sinápticas. Independentemente das teorias (mudança química ou crescimento neural), o resultado é que o efeito acontece nas &lt;strong&gt;sinapses.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhando para as estruturas cerebrais envolvidas no armazenamento e recuperação de informação, o cérebro humano é dividido em regiões que diferem anatomicamente e por isso possuem nomes diferentes. &lt;strong&gt;Dois hemisférios se destacam:&lt;/strong&gt; o direito e o esquerdo, cada um composto de quatro lóbulos. A matéria cinza que compõe o cérebro é chamada de córtex cerebral, sendo responsável pelas suas funções mais sofisticadas – processamento de imagem visual, pensamento, linguagem, etc.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-1195482256954042778?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/1195482256954042778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=1195482256954042778' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/1195482256954042778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/1195482256954042778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/06/ihm-bases-neurais-da-memria-humana.html' title='[IHM] - Bases Neurais da Memória Humana'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-2414022466155884875</id><published>2008-06-05T21:16:00.003-03:00</published><updated>2008-06-05T21:29:50.509-03:00</updated><title type='text'>[SIN-II] - Perguntas III - Equipe de Hardware</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;EQUIPE DE HARDWARE&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1) Faça uma rápida análise sobre os tipos de computadores a partir do texto: computadores pessoais, computadores de médio porte, computadores mainframe.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Os computadores pessoais (PC´s),&lt;/strong&gt; são relativamente pequenos e baratos e às vezes são chamados de microcomputadores. São projetados para usuários individuais e estão ligados frequentemente a computadores maiores e a sistemas de informação. Exemplos: desktops, laptops, palmtops.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Computadores de médio porte:&lt;/strong&gt; antigamente eram chamados de minicomputadores, tinham tamanho de um arquivo de três gavetas e podiam armazenar varios usuários de uma vez. Geralmente possuem grande capacidade de processamento e de suporte à decisão. É usado em organizações de médio porte.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Computadores mainframes&lt;/strong&gt;: são computadores grandes e poderosos. são compartilhados e ao mesmo tempo, são utilizados por centenas de usuários conectados à maquina através de terminais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;FONTE: Livro Princípio de Sistemas de Informação. Ralph M. Stair, e George W. Reynolds.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-2414022466155884875?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/2414022466155884875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=2414022466155884875' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/2414022466155884875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/2414022466155884875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/06/equipe-de-hardware-1-faa-uma-rpida.html' title='[SIN-II] - Perguntas III - Equipe de Hardware'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-12744233022836035</id><published>2008-06-05T20:15:00.003-03:00</published><updated>2008-12-10T00:24:40.654-02:00</updated><title type='text'>[IHM] - Mecanismos de percepção Humana</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/SEh0dW2HPcI/AAAAAAAAABc/cdzy8YGfLmU/s1600-h/2006022806_Le_seducteur_magritte1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208541016751553986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/SEh0dW2HPcI/AAAAAAAAABc/cdzy8YGfLmU/s320/2006022806_Le_seducteur_magritte1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;L'Empire des Lumieres, 1954&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma cena nocturna sob um céu diurno. Só a um segundo olhar reconhecemos a natureza surreal desta cena aparentemente realista. Magritte interpretou-a da seguinte forma: "... a paisagem leva-nos a pensar na noite, o céu no dia. Na minha opinião, esta simultaneidade de dia e noite tem o poder de surpreender e de encantar. Chamo a este poder poesia."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FONTE: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://blog.uncovering.org/archives/2006/03/rene_magritte_1.html"&gt;&lt;strong&gt;http://blog.uncovering.org/archives/2006/03/rene_magritte_1.html&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/SEh0DW2HPbI/AAAAAAAAABU/KgJEMKb1JqA/s1600-h/2006022805_rene-magritte-die-blankovollmacht.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208540570074955186" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/SEh0DW2HPbI/AAAAAAAAABU/KgJEMKb1JqA/s320/2006022805_rene-magritte-die-blankovollmacht.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Le Blanc-Seing, 1965&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Coisas visíveis podem ser invisíveis. Se alguém cavalga por um bosque, a princípio vemo-lo, depois não, contudo sabemos que está lá. Todavia, os nossos poderes de pensamento abrangem tanto o visível como o invisível.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;FONTE: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://blog.uncovering.org/archives/2006/03/rene_magritte_1.html"&gt;&lt;strong&gt;http://blog.uncovering.org/archives/2006/03/rene_magritte_1.html&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-12744233022836035?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/12744233022836035/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=12744233022836035' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/12744233022836035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/12744233022836035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/06/ihm-mecanismos-de-percepo-humana.html' title='[IHM] - Mecanismos de percepção Humana'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/SEh0dW2HPcI/AAAAAAAAABc/cdzy8YGfLmU/s72-c/2006022806_Le_seducteur_magritte1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-3648125465946766252</id><published>2008-05-29T20:18:00.001-03:00</published><updated>2008-05-29T20:20:37.412-03:00</updated><title type='text'>[SIN II] - Atividade Laboratorial 29-05</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;EQUIPE DE HARDWARE&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Escreva sobre a funcionalidade dos dispositivos de armazenamento secundários, pelo menos 9 dispositivos, de forma resumida.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1) Discos:&lt;/strong&gt; são dispositivos de acesso direto, ao contrário de fitas magnéticas e outros dispositivos que permitem apenas acesso serial (por exemplo, fita magnética), ou seja, um dado não pode ser lido/escrito antes que todos os anteriores o sejam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Fitas magnéticas (fita DAT): É um exemplo de acesso seqüencial, ou seja, se o computador está lendo os dados do centro do carretel da fita, toda a fita antes do ponto desejado precisa ser passada seqüencialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3) Discos magnéticos (disco rígido, disquete):&lt;/strong&gt; Ao realizar a leitura ou a gravação de dados sobre um disco, as cabeças de leitura/gravação podem ir diretamente ao dado desejado, tornando-o um meio de armazenamento de acesso direto. É ideal para empresas que necessita responder rapidamente às solicitações dos clientes, já que possui uma rápida recuperação de dados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Discos ópticos (CD-ROM): Equivale a um disco rígido de plástico onde os dados são gravados por meio de lasers especiais que queimam fisicamente pontos no disco. Os dados são acessados diretamente pelo disco por meio de um dispositivo de leitura ótica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5) Disco de vídeo digital (DVD):&lt;/strong&gt; Pode-se dizer que o DVD faz pelo vídeo o que o CD fez pela música. Quando utilizado para esta finalidade, a qualidade de imagem supera qualquer coisa sobre fita, cabo ou radiotransmissão via TV. Vale ressaltar que também é uma mídia ideal para realização de cópias de dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6) Memória Flash (pen drive):&lt;/strong&gt; Consiste em um chip que, diferente da RAM, não é volátil e mantém sua memória quando desligada a energia. São dispositivos pequenos que podem ser facilmente modificados e reprogramados, tornando-os populares na atualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;7) Fitas magnéticas (fita DAT):&lt;/strong&gt; É um exemplo de acesso seqüencial, ou seja, se o computador está lendo os dados do centro do carretel da fita, toda a fita antes do ponto desejado precisa ser passada seqüencialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8) Armazenamento removível (ZIP):&lt;/strong&gt; Usam discos removíveis ou cartuchos com capacidade de armazenamento variando de 100 MB até vários gigabytes por cartucho. Podem ser internos ou externos. Utilizados também para efetuar cópias de segurança, teve seu uso reduzido com a popularização dos CDs e DVDs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9) Memória central ou primária:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O computador possui dispositivos que permitem armazenar dados, instruções e resultados. A esses dispositivos dá-se o nome de memórias. Comunicam directamente com o processador, estão "perto" dele e armazenam temporariamente (caso da RAM e cache) ou não (caso da ROM) pequenas quantidades de informação. Devido à sua importância fundamental, este tipo de memória foi designado memória principal, central ou primária.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-3648125465946766252?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/3648125465946766252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=3648125465946766252' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/3648125465946766252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/3648125465946766252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/05/sin-ii-atividade-laboratorial-29-05.html' title='[SIN II] - Atividade Laboratorial 29-05'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-3592532469858854682</id><published>2008-05-29T19:45:00.001-03:00</published><updated>2008-05-29T19:46:50.270-03:00</updated><title type='text'>[IHM] - Atividade Laboratorial 28-05</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Princípio n. 7 Princípio da Incerteza (Hick’s Law)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O tempo T de tomada de decisão aumenta com a incerteza sobre o julgamento da decisão a ser feita e é dado por:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;T=IcH onde H é a entropia da decisão e Ic=150[0~157]ms/bit&lt;br /&gt;para n alternativas igualmente prováveis H=log2(n+1),&lt;br /&gt;para alternativas com diferentes probabilidades pi de ocorrência,&lt;br /&gt;H= somatória(em i) de pi(log2(1/pi+1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Esse princípio pressupõe que a tarefa pode ser analisada como uma seqüência de decisões tomadas pelo Processador Cognitivo. A relação entre o tempo requerido e o número de alternativas não é linear porque as pessoas aparentemente podem organizar o processamento hierarquicamente.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exemplo: este principio calcula o tempo que uma pessoa leva para fazer uma decisão em usar uma interface (menu, ferramenta, botão, etc..)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-3592532469858854682?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/3592532469858854682/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=3592532469858854682' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/3592532469858854682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/3592532469858854682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/05/ihm-atividade-laboratorial-28-05.html' title='[IHM] - Atividade Laboratorial 28-05'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-2206646439495447234</id><published>2008-05-15T21:22:00.001-03:00</published><updated>2008-05-15T21:24:39.828-03:00</updated><title type='text'>[SIN-II] - Atividade 15-05-07</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;EQUIPE DE HARDWARE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Faça um comparativo entre as tecnologias CISC e RISC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CISC: - Os computadores CISC estão ficando demasiadamente complexos, com várias centenas de instruções e dezenas de modos de endereçamento.&lt;br /&gt;- Um grande questionamento é se muitas das intruções complexas são de fato necessárias nos programas “típicos”.&lt;br /&gt;- Levantamentos feitos mostram os comandos mais usados pelos programas. Eles se concentram em alguns poucos comandos, em geral bastante simples.&lt;br /&gt;- Arquitetura CISC se justificava pela velocidade lenta da memória no passado: após precisar de um acesso à memória para buscar uma instrução da memória, a execução das microinstruções resultantes nem sempre precisam de acesso à memória.&lt;br /&gt;- No entanto, as memórias de hoje são bem mais rápidas, e dispensam talvez o uso de uma ROM dentro do processador contendo as microinstruções. - Com as constatações sobre a arquitetura CISC: Um microprograma complexo significa maior tempo para decodificar e executar uma instrução complexa, muitas das quais raramente são usadas.&lt;br /&gt;- A vantagem da CISC por causa da memória lenta já não vale diante de memórias modernas mais rápidas.&lt;br /&gt;Surgiu a arquetitura RISC: Reduced Instruction Set Computer.&lt;br /&gt;RISC: - Não há microprograma para interpretar as instruções.&lt;br /&gt;- Existe um conjunto reduzido de instruções simples RISC parecidas com as microinstruções da arquitetura CISC.&lt;br /&gt;- O código gerado pelos compiladores é constituído de instruções simples desse conjunto reduzido. Essas instruções são armazenadas na memória RAM, buscadas e executadas diretamente em hardware na CPU, sem nenhuma interpretação.&lt;br /&gt;- As instruções são executadas na sua maioria em apenas um ciclo da máquina.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-2206646439495447234?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/2206646439495447234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=2206646439495447234' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/2206646439495447234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/2206646439495447234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/05/sin-ii-atividade-15-05-07.html' title='[SIN-II] - Atividade 15-05-07'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-3817273478615505386</id><published>2008-04-03T21:14:00.001-03:00</published><updated>2008-04-03T21:16:32.137-03:00</updated><title type='text'>[SIN-II] - Atividade Laboratorial 03-04</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1)     Quais problemas tinha a A&amp;amp;P com seus negócios? Quais fatores de administração, organização e tecnologia contribuíram para esses problemas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: A A&amp;amp;P estava operando com sistemas de gerenciamento obsoletos, com 12 a 20 anos de uso, que eram operados em dois grandes computadores centrais, com isso estava perdendo participação de mercado para os concorrentes e estava perdendo mercado para  novos tipos de lojas, como o Wal-Mart.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fatores que contribuíram foram o uso de sistemas obsoletos, melhorar o atendimento aos clientes, redução esperada dos custos de operação, aumento dos lucros anuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2)     Até que ponto o projeto Grande Renovação era uma solução para esses problemas? Que problemas a modernização do sistema solucionaria? Quais problemas a A&amp;amp;P poderia não resolver?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: O projeto era bom, mas chegou tarde. Os problemas de modernização era um sistema integrado onde todos os processo ficassem interligados. E, modernizando os sistemas eles ficariam mais rápidos e reduziriam os custos que a empresa tinha quando usava os sistemas obsoletos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa não poderia resolver problemas de tempo em integrar os setores da empresa em único sistema de ERP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3)     Como a implementação de novos sistemas modificaria a maneira da A&amp;amp;P administrar a empresa?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;R.: Com sistemas de gerenciamento atuais a empresa poderia se reestruturar melhor, interligando todos os setores em um único sistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4)     Avalie as chances de sucesso do projeto Grande Renovação. Que mais você acha que a A&amp;amp;P precisa fazer se quiser ser bem-sucedida na reestruturação da empresa? Justifique suas respostas.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;R.: As chances eram poucas pois o tempo para a reestruturação era pouco comparado ao tamanho do problema que a empresa tinha e também por ser um projeto muito caro, sem saber se teria sucesso. Se a empresa quiser ser bem sucedida na sua reestruturação ela deve se manter com sistemas de gerenciamento atualizados de acordo com o mercado, pois se não acontecer ela perderá mercado e conseqüentemente ela perderá muito dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-3817273478615505386?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/3817273478615505386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=3817273478615505386' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/3817273478615505386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/3817273478615505386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/04/sin-ii-atividade-laboratorial-03-04.html' title='[SIN-II] - Atividade Laboratorial 03-04'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-3280291883981436882</id><published>2008-04-03T19:50:00.001-03:00</published><updated>2008-04-03T19:53:56.505-03:00</updated><title type='text'>[IHM] - Atividade Laboratorial 03-04</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Escolha um site de sua preferência na internet na informática (hardware ou software). Faça uma postagem comentando sobre as seguintes características:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1) A URL do site:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.clubedohardware.com.br/"&gt;http://www.clubedohardware.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2) Clareza na arquitetura da informação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O usuário consegue, através de uma rápida olhada no site, definir o que é prioritário para ele acessar, consegue também, definir o que é secundário (informações e notícias que ele julgue necessário).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3) Facilidade de uso&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O site possui facilidade de uso, onde o conteúdo buscado é rapidamente acessado em um campo “Busca”, assim, tendo uma certa facilidade em conseguir a informação desejada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4) Simplicidade&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quem navega pelo site citado, encontra rapidamente o conteúdo que deseja, e o site não possui ausência de informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5) Relevância do conteúdo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;O site não prende muito a atenção do usuário no quesito imagens, pois como contém bastante matérias, o usuário vai direto ao ponto que deseja obter a informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6) Consistência&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O site tem consistência de conteúdo, onde os profissionais (ou não profissionais) acessam e vão direto ao ponto que se está buscando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7) Tempo de carga das páginas do site&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo de carregamento do site é rápido, não fazendo com que o usuário perca o interesse em buscar as informações nele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8) Foco nos usuários&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt; O site está inteiramente ligado às atividades dos profissionais da área de informática (hardware e software). O usuário que freqüenta esse site já sabe o que está procurando, não ficando on-line nesse site por outro motivo a não ser o de procurar o conteúdo específico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-3280291883981436882?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/3280291883981436882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=3280291883981436882' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/3280291883981436882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/3280291883981436882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/04/ihm-atividade-laboratorial-03-04.html' title='[IHM] - Atividade Laboratorial 03-04'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-2373625283510695859</id><published>2008-03-27T21:17:00.000-03:00</published><updated>2008-03-27T21:19:18.555-03:00</updated><title type='text'>[SIN-II] - Atividade laboratorial 27-03-08</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fale um pouco sobre cada uma das novas opções para o desenho organizacional das empresas com a explosão das redes de computadores.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O crescimento da capacidade dos computadores e das redes está transformando as organizações, permitindo que as informações sejam distribuídas instantaneamente dentro e fora da organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O achatamento das organizações e as mudanças no processo de administração:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As organizações que se desenvolveram antes da era do computador são ineficientes, lentas e menos competitivas do que as novas organizações. Algumas organizações passaram por um processo de redução, diminuindo o numero de funcionários e de níveis hierárquicos em seu organograma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Trabalho desvinculado da localização:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Com a tecnologia de telecomunicações,  a distância diminuiu para diversos tipos de trabalho.  Os vendedores podem dedicar mais tempo em campo a seus clientes e conseguir traçar melhor o perfil deles. Com ela, os funcionários podem trabalhar a quilômetros de distância de seu escritório e as reuniões podem ser realizadas de modo on-line.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reorganização dos fluxos de trabalho:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fluxos de trabalho podem causar profundo impacto sobre a eficiência organizacional e até mesmo levar a novas estruturas organizacionais e a novos produtos e serviços. A redução dos fluxos de trabalho reduziu em alguns casos os custos e ao mesmo tempo melhorou o atendimento a seus clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aumento da flexibilidade das organizações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as redes e a tecnologia de comunicações reduziram o tempo que uma tarefa era feita. As empresas usam a tecnologia de comunicações para ampliar a sua capacidade de perceber e reagir às mudanças do mercado e aproveitar mais as novas oportunidades. Facilitam também a superar algumas limitações impostas por seu próprio tamanho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Redefinição das fronteiras organizacionais:  novos caminhos para a colaboração&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas estão interligadas pela rede, onde pagamentos e outras tarefas podem ser feitos eletronicamente, não sendo preciso o deslocamento de gerentes e de pessoal especializado para a realização daquela tarefa. Muitos dos sistemas que interligam sedes da empresa são cada vez mais baseados na tecnologia Web, proporcionando o compartilhamento intenso do conhecimento, recursos e processos da empresa.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-2373625283510695859?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/2373625283510695859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=2373625283510695859' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/2373625283510695859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/2373625283510695859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/03/sin-ii-atividade-laboratorial-27-03-08.html' title='[SIN-II] - Atividade laboratorial 27-03-08'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-6726995383684466245</id><published>2008-03-13T20:49:00.004-03:00</published><updated>2008-03-13T21:01:24.212-03:00</updated><title type='text'>[IHM] - Atividade Laboratorial 12-03-08</title><content type='html'>&lt;strong&gt;1- Pesquise fontes de artigos na internet sobre interface amigável.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTERFACE AMIGÁVEL&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com o desenvolvimento dos sistemas baseados em interfaces visuais, como o Windows, fica cada vez mais importante uma aparência agradável e a facilidade de se lidar com as telas e comandos do sistema. A essas qualidades chamamos de interface amigável e fazem parte do estudo da Interface Homem-Máquina. Uma interface neste padrão, deve fazer com que o usuário se sinta bem ao mexer com o sistema e o sistema transmita a ele uma sensação de que é facil de ser operado. Deve ter comandos intuitivos e visual caprichado.&lt;br /&gt;Uma interface amigável é um ponto decisivo no sucesso de um produto. Muitas vezes é o responsável pelo sucesso do produto. O que você prefere, Netscape ou Explorer? Windows ou Linux? Para responder a esta pergunta certamente você levará em consideração a interface dos dois sistemas. Isso, muitas vezes, é mais importante que o próprio desempenho do sistema.&lt;br /&gt;A recomendação é que uma interface deve ser tão próxima quanto possível de outras interfaces que o usuário já esteja acostumado. Normalmente, em uma grande empresa, há um padrão de interface a ser seguido por todos os aplicativos. Isso facilita o uso e dá uma identidade ao fabricante. Como atualmente o Windows é um padrão universalmente aceito, recomendo que procure, tanto quanto possível, seguir o "jeitão" dos programas Windows. Se você não gostar do padrão Windows, então crie seu próprio padrão mas que esteja próximo dos padrões aceitos pelo mercado.&lt;br /&gt;A construção de uma interface amigável é muito trabalhosa e geralmente precisa de auxílio de outras especialidades, principalmente da área de comunicação visual. Esse tema é um ponto importante e tanto o analista como o programador não podem se descuidar dele.&lt;br /&gt;Interfaces muito cheias de animações e imagens, ao contrário do que se pensa, criam inúmeras dificuldades ao usuário em navegar ou clicar em um botao específico no programa ou consultar uma informação, além de transimitir uma impressão de que o mesmo é complexo e dificil de ser operado. A poluição visual é uma das maiores fontes de resistência dos usuários aos novos sistemas de computador e uma dos maiores causadores de erros de entrada de dados, devida a confusão visual que ele proporciona ao seu operador.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte:  &lt;a href="http://www.geocities.com/SiliconValley/Bay/1058/Caracteristicas.html"&gt;http://www.geocities.com/SiliconValley/Bay/1058/Caracteristicas.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 - Faça uma postagem colocando pelo menos 3 conceitos de interface amigável, indicando os locais onde você encontrou.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;* Ao contrário, para que uma interface seja considerada amigável, ela deve seguir alguns parâmetros: ser de fácil utilização, possuir uma baixa taxa de erros, ser atrativa ao usuário, além de propiciar uma fácil recordação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.oboulo.com/ergonomia-na-construcao-da-interface-com-o-usuario-dos-programas-37349.html"&gt;http://www.oboulo.com/ergonomia-na-construcao-da-interface-com-o-usuario-dos-programas-37349.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Usabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica. A usabilidade pode também se referir aos métodos de mensuração da usabilidade e ao estudo dos princípios por trás da eficiência percebida de um objeto.&lt;br /&gt;Na Interação entre o homem e o computador e na Ciência da Computação, usabilidade normalmente se refere a simplicidade e facilidade com que uma interface, um programa de computador ou um site pode ser utilizado. O termo também é utilizado em contexto de produtos como aparelhos eletrônicos, em áreas da comunicação e produtos de transferência de conhecimento, como manuais, documentos e ajudas on-line. Os estudos de usabilidade têm por finalidade apontar falhas na concepção do produto para que as mesmas possam ser solucionadas a tempo de oferecer ao usuário um produto de qualidade. Desta maneira a usabilidade deve contar com correspondentes às características de medição de qualidade prevendo dois tipos de investigação:&lt;br /&gt;Desempenho: medições ou observações empíricas de comportamento do usuário, enfocando desempenho da tarefa e quantificando o cumprimento de uma tarefa específica.&lt;br /&gt;Atitude: medições ou observações subjetivas da opinião do usuário enquanto realiza atividades no sistema, quantificando a sua satisfação ao usar o sistema.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.agenciaelementos.com.br/html/novidades.htm"&gt;http://www.agenciaelementos.com.br/html/novidades.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*A interface amigável convida o utilizador a tomar decisões de acordo com o que lhe pareça mais interessante e mais próximo das suas necessidades e desejos na realização de uma tarefa. É através dela que ocorre a interação utilizador/computador/Internet que possibilita o diálogo direto e objetivo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://br.geocities.com/teeboheli/anexos/ambDigital.pdf"&gt;http://br.geocities.com/teeboheli/anexos/ambDigital.pdf&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-6726995383684466245?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/6726995383684466245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=6726995383684466245' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/6726995383684466245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/6726995383684466245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/03/ihm-atividade-laboratorial-12-03-08.html' title='[IHM] - Atividade Laboratorial 12-03-08'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-6635232284403341302</id><published>2008-02-29T16:25:00.001-03:00</published><updated>2008-02-29T16:27:34.605-03:00</updated><title type='text'>[SIN II] - Atividade Laboratorial 28-02-08</title><content type='html'>1. Observe a figura 6, na página 8, e explique resumidamente cada um dos 4 níveis da organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nível Operacional: dão suporte aos gerentes no acompanhamento das atividades e transações elementares da organização, tais como receitas, vendas, depósitos em dinheiro, folha de pagamento. Responde as perguntas rotineiras da organização&lt;br /&gt;- Nível de Conhecimento: ajuda a empresa a integrar novos conhecimentos no negocio e controla o fluxo de papelada.&lt;br /&gt;- Nível Gerencial: são projetados para servir ao monitoramento, ao controle, à tomada de decisões e às atividades administrativas dos gerentes médios.&lt;br /&gt;- Nível Estratégico: ajudam a administração sênior a atacar e enfocar assuntos estratégicos e tenddências de longo prazo, tanto na empresa como em ambiente externo. Principal função: adequar  as mudanças no ambiente externo com a capacidade organizacional existente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Cite um exemplo de sistema de informação usado para cada um dos 4 níveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nível Operacional:  sistemas de depósitos bancários.&lt;br /&gt;- Nível de Conhecimento: sistemas de escritório.&lt;br /&gt;- Nível Gerencial: controle de estoque, programaçaõ, análise de custo.&lt;br /&gt;- Nível Estratégico: sistema de gerenciamento de estoque, controle de processo, manutenção de fábrica, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Escreva o conceito de Organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento organizacional nada mais é que as mudanças que ocorrem dentro de uma organização. Segundo essa teoria aberta, democrática e participativa, as organizações devem se voltar mais às pessoas do que às técnicas e recursos para conseguir uma maior capacidade de realizar as mudanças necessárias ao desenvolvimento organizacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Cite as características estruturais que aparecem em todas as organizações.&lt;br /&gt;- Divisão de trabalho clara;&lt;br /&gt;- Hierarquia;&lt;br /&gt;- Regras e procedimentos explícitos;&lt;br /&gt;- Julgamentos imparciais;&lt;br /&gt;- Qualificação técnica para as posições;&lt;br /&gt;- Eficiencia organizacional máxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Explique a(s) diferença(s) entre organizações informais e as formais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informais: significa um grupo de pessoas que se juntam em prol de alguma idéia ou negócio, como se fosse uma associação, mas sendo que esta não está legalmente formalizada em forma da lei, ou seja, não tem estatuto social, nem assembléias registradas entre outras formalidades.&lt;br /&gt;Formais: é aquela empresa que é registrada no registro do comércio, possuindo personalidade jurídica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Qual a condição para que exista uma  coordenação da estrutura da estrutura organizacional?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R.: A estrutura organizacional deve ser delineada de acordo com os objetivos e estratégias estabelecidos, ou seja, a estrutura organizacional é uma ferramenta básica para alcançar as situações almejadas pela empresa, é o instrumento básico para concretização do processo organizacional.Para se organizar uma empresa, um estabelecimento, ou qualquer outra processo que inclua relações interpessoais, são necessárias algumas funções básicas, ou seja, um bom administrador precisa saber planejar sua empresa, precisa ter pulso e coerência para dirigir uma empresa e alem disso, precisa sabem acompanhar, controlar a empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Explique os 5 elementos para a escolha estratégica para uma unidade de negócio.&lt;br /&gt;- SPT: sistemas empresariais básicos que servem o nível operacional da organização.&lt;br /&gt;- STC: suprem a necessidades de informação no nível de conhecimento da empresa.&lt;br /&gt;- SIG: dão suporte ao nível gerencial da empresa.&lt;br /&gt;- SSD: ajudam os gerentes a tomarem decisões que são semi-estruturadas, únicas, ou rapidamente modificadas e não facilmente especificadas.&lt;br /&gt;- SSE: dão suporte ao nível estratégico da empresa. Usados para tomada de decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Invente um exemplo de uma empresa fictícia para os 5 elementos acima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- SPT: sistema de folha de pagamento de uma empresa.&lt;br /&gt;- STC: sistemas de projeto, assistidos por computador e sistemas de robótica.&lt;br /&gt;- SIG: dão suporte ao nível gerencial da empresa.&lt;br /&gt;- SSD: sistema de gerenciamento de faltas de um aluno, gerando um relatório no final do bimestre.&lt;br /&gt;- SSE: sistemas de suporte executivo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-6635232284403341302?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/6635232284403341302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=6635232284403341302' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/6635232284403341302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/6635232284403341302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/02/sin-ii-atividade-laboratorial-28-02-08.html' title='[SIN II] - Atividade Laboratorial 28-02-08'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-7034925887548679192</id><published>2008-02-28T19:37:00.003-03:00</published><updated>2008-02-28T19:45:36.495-03:00</updated><title type='text'>[IHM] - Atividade Laboratorial 28-02-08</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;EVOLUÇÃO DAS INTERFACES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao analisar, numa perspectiva genérica, as sucessivas gerações de IHMs, um fato sobressai: cada nova geração adiciona uma nova dimensão à anterior, tudo apontando para uma quinta geração de interfaces com dimensão três, construída sobre um sistema operativo que ultrapasse a orientação à tarefa e adopte uma orientação ao documento. Cada documento deverá poder conter um conjunto de sub-documentos de tipos diferentes integrados numa única interface, deixando ao sistema a responsabilidade de mapear transparentemente a funcionalidade de cada sub-objecto de forma ao utilizador concentrar-se apenas no seu documento.&lt;br /&gt;A próxima geração de IHMs beneficiará, certamente, das inovações e da pesquisa nas áreas técnicas de interacção de forma a consubstanciar a própria noção de vanishing interface, ou por outras palavras, o próprio desvanecimento do conceito na sua instanciação. Uma das áreas com sérias promessas nesse campo é a RV, plataforma por excelência para o desenvolvimento duma conjugação de metáforas de mundo real com uma interface centrada no utilizador, orientada ao objecto e que utilize a manipulação directa como técnica de interacção principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;METÁFORAS DE INTERFACE&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;1 O que é uma metáfora de Interface?&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É um modelo conceitual desenvolvido para ser semelhante, de alguma forma, a aspectos de uma entidade física.&lt;br /&gt;Pode ser baseado em um objeto, atividade , ou em ambos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1.1 O que é modelo Conceitual.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Descrição do sistema proposto. Como ele deve fazer , como deve se comportar e como se deve parecer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2 Exemplos:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Abaixo, alguns exemplos de Metáforas de Interface, baseados em atividades e objetos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2.1 motor de busca&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Faz uma metáfora com um motor(engine).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2.2 Portal web&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Portal , vem de Porta. Uma metáfora que remete à entrada".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2.3 Lixeira&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lixeira é o exemplo mais clássico de metáforas.Alguns sistemas operacionais , ainda inserem sons reais para a ação de colocar algo em uma lixeira.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2.4 Efeito de folha virando&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alguns sistemas interativos, simulam o movimento da virada de uma folha , quando o usuário passa para uma próxima página.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Atualmente muitos sites já implementam essa metáfora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2.5 copiar/recortar/colar&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Metáforas de ações reais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2.6 Carrinho de Compras&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Metáfora utilizada em sistemas e- commerce, que remete ao carrinho de compras utilizado em um supermercado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3 VantagensDentre as vantagens de metáforas de interface, destaco:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3.1 Facilita o Aprendizado do sistema&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Utilizando metáforas , o sistema se torna mais fácil a aprendizagem. (principalmente para usuários leigos)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3.2 É mais fácil entender uma interface que usam elementos que o usuário já está familiarizado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Utilizar termos como "lixeira" , "cortar" , "carrinho de compras" torna o sistema mais familiar ao usuário.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;4 DesvantagensDentre as desvantagens, destacam-se: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;4.1 Não motiva o usuário a entender o sistema "além-metáfora".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O problema quando se cria um sistema fortemente baseado em metáforas, é limitar o entendimento de tudo no mundo das metáforas.&lt;br /&gt;Nesse tipo de sistema, quando se implementa uma funcionalidade , que não se baseia em metáforas, o entendimento fica confuso.&lt;br /&gt;Exemplo:- Sistemas Virtuais (3d), altamente representativo com metáforas de interface.&lt;br /&gt;4.2 Compromete a usabilidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em muitos casos, converter um objeto/ação para sistemas virtuais , pode comprometer a usabilidade.&lt;br /&gt;Exemplo:&lt;br /&gt;- Os atuais sistemas que utilizam efeitos de transição de páginas em websites, utilizam a tecnologia Flash, tornando menos óbvio, e menos acessível ao usuário.&lt;br /&gt;- Como mostrado , o McDonald utiliza(va) a metáfora "Ir ao caixa".Apesar de remeter uma ação real, é uma metáfora pouco usual na Internet, prejudicando a velocidade de aprendizagem. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: &lt;a href="http://virtual.inesc.pt/8epcg/actas/c17/s2.html"&gt;http://virtual.inesc.pt/8epcg/actas/c17/s2.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;             &lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2002/12/16/sobre-a-evolucao-do-design-de-interfaces-2/"&gt;http://webinsider.uol.com.br/index.php/2002/12/16/sobre-a-evolucao-do-design-de-interfaces-2/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-7034925887548679192?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/7034925887548679192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=7034925887548679192' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/7034925887548679192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/7034925887548679192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/02/ihm-atividade-laboratorial-28-02-08.html' title='[IHM] - Atividade Laboratorial 28-02-08'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-3261504670926940658</id><published>2008-02-21T21:11:00.003-03:00</published><updated>2008-02-21T21:30:46.976-03:00</updated><title type='text'>[IHM] - Aula 21-02</title><content type='html'>Considero de mais importante no assunto, o fato dos primeiros computadores não terem um sistema visual, e um design. A evolução das interfaces foi grande e passaram de uma simples janelinha de interação com o usuário para uma verdadeira "estação" de trabalho, podendo o usuário, realizar todas as suas tarefas em único lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais importante ainda, é a interação do homem com o computador e as facilidades do seu uso. Quando aprendemos sobre essa interação, aprendemos a melhorar um sistema, e a facilitar o uso para o usuário&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-3261504670926940658?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/3261504670926940658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=3261504670926940658' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/3261504670926940658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/3261504670926940658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/02/ihm-aula-21-02.html' title='[IHM] - Aula 21-02'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-5741863203955162997</id><published>2008-02-21T20:31:00.001-03:00</published><updated>2008-02-21T20:31:56.351-03:00</updated><title type='text'>[SIN-II] - Respostas</title><content type='html'>Minhas Respostas:&lt;br /&gt;1) é um conjunto de elementos interconectados harmonicamente, de modo a formar um todo organizado. É uma definição que acontece em várias disciplinas, como biologia, medicina, informática, administração&lt;br /&gt;2) Quando se pensa em sistema quais as 5 considerações básicas que se deve ter em mente, os objetivos que o sistema, quais os elementos de fora do sistema que são afetados por mudanças no sistema, quais são os meios que o sistema necessita para desempenhar as suas funções, quais são os sistemas responsáveis para o funcionamento do sistema e quais são os elementos responsáveis pela elaboração do sistema.&lt;br /&gt;3) Uma garrafa térmica, perfeitamente isolada onde o calor não entra e nem sai da garrafa.&lt;br /&gt;4) Queima de combustíveis.&lt;br /&gt;5) A importância do feedback num sistema é que se ele não ocorrer de maneira certa, o resultado do sistema poderá não ser satisfatório. Serve para controlar a estabilidade do sistema.&lt;br /&gt;6) Entropia: Mudança de temperatura do corpo.   Homeostasia: Os pulmões absorvem oxigênio e expelem dióxido de carbono.&lt;br /&gt;7) É um sistema automatizado (que pode ser denominado como Sistema de Informação Computadorizado), ou mesmo manual, que abrange pessoas, máquinas, e/ou métodos organizados para coletar, processar, transmitir e disseminar dados que representam informação para o usuário.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-5741863203955162997?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/5741863203955162997/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=5741863203955162997' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/5741863203955162997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/5741863203955162997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/02/sin-ii-respostas.html' title='[SIN-II] - Respostas'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6692511882760452358.post-885168632082835289</id><published>2008-02-14T20:54:00.000-02:00</published><updated>2008-02-14T21:09:46.055-02:00</updated><title type='text'>[SIN-II] -  O que é Sistemas de Informação? Qual a importancia dos Sistemas de Informação??</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Sistema de Informação&lt;/b&gt; é a expressão utilizada para descrever um &lt;a style="color: rgb(0, 0, 0);" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema" title="Sistema"&gt;sistema&lt;/a&gt; automatizado (que pode ser denominado como &lt;i&gt;Sistema de Informação Computadorizado&lt;/i&gt;), ou mesmo manual, que abrange pessoas, máquinas, e/ou métodos organizados para coletar, processar, transmitir e disseminar dados que representam informação para o usuário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um &lt;b&gt;Sistema de Informação&lt;/b&gt; pode ser então definido como todo sistema usado para prover informação (incluindo o seu processamento), qualquer que seja o uso feito dessa informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Sistemas de Informação são peça fundamental para as empresas, não apenas na elaboração de relatórios, mas fazem parte de todos os departamentos e atividades da companhia, desde o simples controle até a confecção de planos estratégicos complexos. Tudo que acontece, todos processos, são regidos por um sistema, que pode ou não ser informatizado. Mais uma vez, deve ser considerada a importância do administrador nesse processo, que é nada menos que vital para a corporação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que um modismo, a tecnologia deve ser compreendida como uma ferramenta, um dos diversos métodos para assegurar qualidade, competitividade, redução de custos e principalmente, satisfazer os desejos e anseios dos clientes, que são a verdadeira razão de ser das empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_informa%C3%A7%C3%A3o&lt;br /&gt;           http://www.bonde.com.br/colunistas/colunistasd.php?id_artigo=1646&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6692511882760452358-885168632082835289?l=ricardoandradesis3.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/feeds/885168632082835289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6692511882760452358&amp;postID=885168632082835289' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/885168632082835289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6692511882760452358/posts/default/885168632082835289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ricardoandradesis3.blogspot.com/2008/02/sin-ii-o-que-sistemas-de-informao-qual.html' title='[SIN-II] -  O que é Sistemas de Informação? Qual a importancia dos Sistemas de Informação??'/><author><name>Ricardo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04314319406993565510</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ed-kcRBj_U0/TAlDBprhziI/AAAAAAAAAFY/vl72exKmWbs/S220/DSC08980+copy2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
